O presidente da república autônoma da Chechênia, Ramzan Kadirov, negou hoje ter enviado soldados ao Leste da Ucrânia, onde rebeldes separatistas apoiados pelo Kremlin luta para se anexar à Federação Russa. Mas admitiu que eles podem ter ido por conta própria e alegou não poder impedir isso.
Para o líder rebelde da cidade ucraniana de Donetsk, eles são "voluntários russos". Kadirov declarou que enviaria soldados, se o presidente da Rússia, Vladimir Putin, o pedisse.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sábado, 31 de maio de 2014
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Ativista russa morre na Chechenia
LONDRES - A jornalista e ativistas dos direitos humanos Natalia Estemirova foi sequestrada, morta com dois tiros e jogada numa estrada em Grozny, a capital da republica russa da Chechenia, que continua sendo um dos lugares mais perigosos do mundo, sobretudo para jornalistas e defensores dos direitos humanos.
Ela era amiga de Anna Politkovskaya, assassinada em 2006 no elevador do prédio onde morava, em Moscou, num crime não resolvido até hoje, com sérias suspeitas recaindo sobre o governo Vladimir Putin, um ex-chefe do Serviço Federal de Segurança, sucessor da temida polícia política soviética KGB (Comite de Defesa do Estado).
Agora, o maior suspeito é o governo checheno, presidido por Ramzan Kadyrov, um senhor da guerra convertido em aliado do Kremlin.
Ela era amiga de Anna Politkovskaya, assassinada em 2006 no elevador do prédio onde morava, em Moscou, num crime não resolvido até hoje, com sérias suspeitas recaindo sobre o governo Vladimir Putin, um ex-chefe do Serviço Federal de Segurança, sucessor da temida polícia política soviética KGB (Comite de Defesa do Estado).
Agora, o maior suspeito é o governo checheno, presidido por Ramzan Kadyrov, um senhor da guerra convertido em aliado do Kremlin.
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