Mostrando postagens com marcador Movimento Popular de Libertação do Sudão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Movimento Popular de Libertação do Sudão. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Presidente do Sudão do Sul assina acordo de paz

O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir Mayardit, assinou hoje em Juba um acordo de paz com os rebeldes liderados pelo ex-vice-presidente Riek Machar, que já havia aprovado o acordo em Adis Abeba, na Etiópia, em 17 de agosto de 2015.

Pelo acordo, a capital do país será desmilitarizada e a segurança pública será mantida por uma força de paz internacional das Nações Unidas e da União Africana.

País mais jovem do mundo, o Sudão do Sul ficou independente em 2011 depois da mais longa guerra civil africana na era da independência. O conflito começou em 2013, quando Kiir tentou desarmar os militantes do Movimento Popular de Libertação do Sudão de outras etnias que não a sua.

Desde então, milhares de pessoas morreram em combate e de fome.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Presidente do Sudão do Sul adia assinatura de acordo de paz

Apesar das pressões internacionais, o presidente do país mais novo do mundo, o Sudão do Sul, Salva Kiir Mayardit, pediu tempo para assinar um acordo de paz com os rebeldes liderados por seu ex-vice-presidente Riek Machar, informou a agência de notícias Reuters.

O governo pediu mais 15 dias para examinar os termos do acordo. As divisões internas nos dois lados prolongaram a guerra civil do Sudão do Sul, que surgiu da divisão do Sudão, em 2011, depois da mais longa guerra civil da história da África independente.

A guerra civil começou em 15 de dezembro de 2013, quando o vice-presidente Machar, Pagan Amum e Rebecca Nyandeng boicotaram uma reunião do Conselho de Libertação Nacional e passaram para a oposição.

Salva Kiir mandou desarmar os soldados de todas as etnias do Movimento Popular de Libertação do Sudão e em seguida rearmou os do povo dinka, enquanto os nuêres se rearmaram por conta própria. Quando os soldados dinkas atacaram civis do povo nuer, a guerra civil estava deflagrada.

Desde então, milhares de pessoas morreram em combate, de fome e de doenças provocadas pela guerra civil. Kiir está sob a ameaça de sanções internacionais se não assinar logo o acordo de paz.