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terça-feira, 29 de abril de 2014

Dirigente racista é banido do basquete nos EUA

A Associação Nacional de Basquete dos Estados Unidos (NBA) multou hoje em US$ 2,5 milhões e baniu por toda a vida o dono do clube Los Angeles Clippers, Donald Sterling, por causa de declarações racistas. Ele nunca mais poderá entrar no ginásio de esportes do clube.

Ao anunciar a punição, o diretor da NBA Adam Silver considerou as declarações "profundamente ofensivas e danosas". Ele prometeu pressionar Sterling a vender o clube.

Sterling criticou sua namorada por divulgar na Internet uma foto dela ao lado de Erwin Magic Johnson, um dos maiores ídolos da história do esporte:

- Não quero que você se aproxime de negros - disse Sterling.

- Mas você trabalha com eles - respondeu a namorada.

- Eu sou eu e você é você. Você deve parecer uma jovem branca ou latina - insistiu o dirigente racista.

- Eu sou de origem mexicana e negra. Sou mestiça.

Quando o escândalo veio à tona, os jogadores do LA Clippers jogaram suas camisetas no chão da quadra. Johnson, Michael Jordan e outros grandes astros do basquete americano, o diretor negro Spike Lee e o presidente Barack Obama protestaram.

Obama declarou que o racismo é uma questão de ignorância.

NOTA: está aí um bom exemplo para os dirigentes do futebol mundial. O racismo só será banido do esporte com punições rigorosas.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Novo álbum de Michael Jackson sai em maio

Cinco anos depois da morte de Michael Jackson, será lançado, em 13 de maio, o primeiro álbum póstumo do Rei do Pop, Xscape, incluindo oito músicas inéditas, anunciou o produtor e presidente da gravadora Epic Records, L. A. Reid.

Leia mais na revista americana Rolling Stone.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Médico de Michael Jackson pega quatro anos de prisão

Um tribunal de Los Angeles, na Califórnia, acaba de sentenciar o médico Conrad Murray à pena máxima de quatro anos de prisão em regime fechado pelo homicídio involuntário do cantor e compositor Michael Jackson, em 25 de junho de 2009.

Murray era o médico pessoal contratado pelo Rei do Pop para acompanhá-lo na que seria sua última turnê. Foi denunciado por ministrar uma dose excessiva de propofol, um anestésico usado em cirurgias, não chamar imediatamente uma ambulância quando encontrou o cantor desacordado, arrumar o quarto de Michael Jackson para eliminar provas do crime e mentir para os socorristas, omitindo informações sobre o medicamento.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Médico é condenado pela morte de Michael Jackson

Depois de dias de deliberações, um júri popular da Califórnia, nos Estados Unidos, condenou o médico Conrad Murray pela morte do cantor e compositor Michael Jackson. A sentença sai no fim do mês. Ele pode pegar até quatro anos de cadeia.

Durante o julgamento, ficou evidente que o médico contratado para acompanhar o cantor na que seria sua última turnê não chamou uma ambulância imediatamente quando encontrou o Rei do Pop desacordado, em 25 de junho de 2009. Antes, arrumou o quarto para destruir provas capazes de incriminá-lo.

Além disso, o Dr. Murray não informou os socorristas que Michael tinha tomado propofol, um analgésico poderoso usado em cirurgias. Foi considerado culpado por negligência e omissão de socorro.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Médico de Michael Jackson será processado

A Justiça dos Estados Unidos decidiu hoje que o médico Conrad Murray, que trabalhava para o cantor Michael Jackson quando ele morreu, será processado por homicídio involuntário.

Quando Jackson passou mal, Murray não informou os médicos que prestaram atendimento de emergência que teria ministrado um anestésico poderoso, propofol, que teria sido responsável pela morte do rei do pop, em 25 de junho de 2009.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Médico de Michael Jackson omitiu medicação

Dois médicos do hospital para onde Michael Jackson foi na hora da morte declaram à Justiça que o médico particular do cantor, Conrad Murray, nunca admitiu ter dado tropofol ao paciente.

A Justiça dos Estados Unidos está decidindo se Murray será processado pela morte do rei do pop.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Morte de Michael Jackson foi homicídio

O Instituto Médico-Legal de Los Angeles, nos Estados Unidos, concluiu hoje que o cantor e compositor Michael Jackson morreu por dose excessiva de medicamentos e considerou o caso homicídio culposo, aquele em que não há intenção de matar.

Isso incrimina o médico Conrad Murray, contratado pelo rei do pop para acompanhá-lo na excursão. Ele pode ser processado criminalmente.

Dois dias antes de morrer, Michael Jackson ensaiou para a turnê de shows que pretendia realizar para encerrar a carreira e pegar as dívidas, estimadas em US$ 500 milhões. Aparentava estar bem de saúde.

Hoje, a polícia confirmou que ele morreu de overdose, principalmente do anestésico propofol e do sedativo lorazepam. O corpo do cantor também tinha as drogas midazolam, diazepam, lidocaína e efedrina.

Como o propofol só pode ser tomado em hospitais, os promotores vão examinar em detalhes a atuação de Murray na morte

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Overdose de anestésico matou Michael Jackson

Uma dose excessiva de propofol, um medicamento para anestesiar que só poderia ser tomado em hospitais, sob rigorosa supervisão, mataram o rei do pop, Michael Jackson.

O médico do cantor e compositor, Conrad Murray, pode ser denunciado por homicídio culposo, sem a intenção de matar.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Michael Jackson morre em Los Angeles

O controvertido cantor e compositor americano Michael Jackson, um dos maiores astros da história da música pop, morreu hoje aos 50 anos de parada cardíaca em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Seu sucesso começou quando criança, como o grupo Jackson Five, formado com seus irmãos. Daí ele partiu para uma extraordinária carreira solo. Seu álbum Thriller foi o mais vendido da história, com mais de 100 milhões de cópias.

A fama tornou o ídolo de multidões num homem recluso e hipocondríaco. Jackson se casou com a filha de Elvis Presley, mas acabou tristemente famoso por denúncias de pedofilia.

Por gastar demais, estaria sem dinheiro. Para pagar as dívidas, anunciou uma série de 50 shows. A temporada começaria em Londres no mês que vem.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Ronald Reagan por Ronald Reagan

O presidente americano Ronald Reagan considerava seu secretário de Estado "totalmente paranóico", o ex-senador Lowell Weicker "um idiota pomposo" e o presidente egípcio Anuar Sadat "um verdadeiro grande homem".

Ficou surpreso com a timidez do popstar Michael Jackson.

Tinha problemas com os filhos, sentia-se sozinho quando estava longe da mulher, Nancy, e registrou seus oito anos na Casa Branca (1981-89) num diário. Seus cinco volumes pertencem à Biblioteca Ronald Reagan, em Simi Valley, na Califórnia. Foram entregues ao historiador Douglas Brinkley para serem transformados em livro.

Em junho, a revista americana Vanity Fair publica os primeiros trechos de Os Diários de Reagan, que será lançado pela editora HarperCollins. Ali estão algumas reflexões na intimidade de um dos homens mais poderosos do mundo.

Quando o secretário de Estado Alexander Haig deixou o cargo em 1982 dizendo que tinham desentendimentos em política externa, a reação do presidente foi direta: "Na verdade, o único desentendimento foi sobre quem fazia a política, o secretário de Estado ou eu".

Fidel Castro não escapou do diálogo interior de Ronnie, que, apesar de todo o seu poder, sentia-se impotente diante do líder cubano: "Relatórios do serviço secreto dizem que Castro está muito preocupado comigo. Estou muito preocupado que eu não possa fazer algo que justifique suas preocupações".

No seu duelo de conservador contra a imprensa liberal americana, Reagan sabia que nada seria perdoado. Quando inverteu algumas frases do seu discurso na abertura da Olimpíada de Los Angeles, em 1984, imaginou que "a imprensa, tendo uma cópia escrita, vai alegremente me acusar de senilidade e incapacidade de decorar meu texto".

Outro comentário interessante foi feito quando o ex-chefe da Casa Civil Donald Regan descobriu que Nancy tinha consultado um astrólogo a respeito das viagens do presidente. Reagan negou qualquer influência dos astros: "A imprensa agora tem uma novidade graças ao livro de Donald Reagan. Não tomamos decisões com base em consulta a astrólogos. A mídia se comporta como crianças com um brinquendo novo - tanto faz que não tenha nenhuma verdade nisso".

Em 30 de março de 1981, no início de seu primeiro governo, Reagan foi baleado por John Hinckley: "Entrei na sala de emergêrcia e me colocaram em cima de uma maca onde tiraram minha roupa. Foi aí que fiquei sabendo que tinha sido baleado e que tinha uma bala no pulmão".

"Ser baleado dói."

Ao negociar seu primeiro corte de impostos com o Congresso de maioria democrata, ficou surpreso com as reduções nas alíquotas para os ricos que a oposição aceitou.

Bob Woodward, um dos jornalistas que derrubaram o presidente Richard Nixon (1969-74) com o Escândalo de Watergate, não escapou da caneta feroz de Ronnie, quando publicou uma entrevista com o ex-diretor da CIA (Agência Central de Inteligência) William Casey feita no hospital pouco antes de sua morte: "É um mentiroso e mentiu sobre o que Casey pensava de mim".

Na Guerra Fria, até mesmo Reagan foi acusado de ceder diante da União Soviética, quando o Kremlin acusou o jornalista Nicholas Daniloff de espionagem: "A imprensa está obcecada com o caso Daniloff e determinada a nos pintar como se estivéssemos cedendo aos soviéticos, e diz, é claro, que é a pior maneira de negociar com eles. A verdade é que não propusemos nenhum acordo e que estamos jogando duro todo o tempo".

Em 1986, Reagan não sabia que o coronel Oliver North, com aquiescência do assessor de Segurança Nacional, John Poindexter, está desviando o dinheiro da venda ilegal de armas para o Irã para a ajuda também ilegal aos contra-revolucionários da Nicarágua: "North não me contou isso. Pior ainda, John descobriu e não me contou. Isto pode provocar demissões".

Com a sedução que a monarquia britânica exerce hoje sobre os americanos, Reagan gostou de receber o "muito agradável" príncipe Charles, mas não se perdoou porque o cerimonial da Casa Branca serviu chá em saquinho, que foi rejeitado por Sua Alteza.

Uma grande preocupação era com o filho: "Ron quer dispensar o serviço secreto por um mês. O serviço secreto sabe que ele é um alvo - mora numa área de Nova Iorque onde há um grupo terrorista porto-riquenho. De fato, ele está numa lista de alvos. Ele diz que estamos interferindo na sua privacidade. Não posso fazê-lo entender que não estou em posição de ter de pagar resgate."