Com a vitória do oposicionista Mauricio Macri, empresário, ex-presidente do Boca Juniors e prefeito de Buenos Aires, uma nova equipe se forma para governar a Argentina. O jornal Perfil revelou quem serão os superministros de Macri.
O chefe da campanha vitoriosa da coalizão Mudemos, Marcos Peña, é apontado como futuro chefe de Gabinete, o equivalente ao chefe da Casa Civil no Brasil. É o ministro mais importante do governo, quase um primeiro-ministro.
Homem de confiança do presidente eleito, Peña foi o arquiteto da estratégia de comunicação de Macri. Deve nomear gente de sua confiança como Federico Suárez e Fernando de Andreis, que deve ser secretário-geral do novo governo.
A educação ficará a cargo de Estaban Bullrich. Guillermo Dietrich será ministro dos Transportes. Ambos pretendem recrutar assessores no setor privado. Estão em contato com o G25, o grupo de empresários da Proposta Republicana (Pro), o partido do novo presidente.
Como representante da União Cívica Radical (UCR) na coalizão vencedora, Ernesto Sanz deve ser ministro da Justiça e indicar os ministros da Defesa e da Saúde, que poderiam ser Angel Tello e José Cano.
Outra figura importante do governo Macri deve ser a governadora eleita da província de Buenos Aires, María Eugenia Vidal. Deve ser a principal voz em questões de política social.
Hernán Lombardi deve ser ministro da Cultura.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Cinco superministros serão chaves no próximo governo argentino
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segunda-feira, 27 de julho de 2015
Candidato kirchnerista lidera pesquisa para presidência de Argentina
A duas semanas das eleições primárias na Argentina, o candidato do governo à Presidência, o governador da província de Buenos Aires, Daniel Scioli, tem 11 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, o prefeito da capital, Mauricio Macri, apoiado pela direita peronista, informou ontem o sítio de notícias Infolatam.
De acordo com a pesquisa, Scioli, ex-vice-presidente no governo Néstor Kirchner, candidato da coalizão Frente pela Vitória do Povo, da presidente Cristina Kirchner, tem a preferência de 38% do eleitorado, enquanto Macri, da Proposta Republicana, da direita liberal, aparece com 26,6%.
Em terceiro lugar, ficou uma aliança de dissidentes peronistas, a União por una Nova Argentina, com 17,3% das preferências, divididas entre dois candidatos. O deputado Sergio Massa, ex-chefe de gabinete de Cristina Kirchner e ex-prefeito de Tigre, tem o apoio de 12,1% do eleitorado e o ex-governador da província de Córboda José Manuel de la Sota, de 5,2%.
Também foram citados a socialista Margarita Stolbizer (3,6%), o radical Ernesto Sanz (2,3%) e Elisa Carrió (1,6%), da Coalizão Cívica.
Dos 1,5 mil entrevistas, 42,4% acreditam que Scioli será o próximo presidente da Argentina, 35% apostam em Macri e 10,9% em Massa.
As eleições primárias vão definir os candidatos da cada coalizão. O primeiro turno da eleição presidencial argentina será realizado em 25 de outubro de 2015. No fim do segundo mandato, a presidente Cristina Kirchner não pode concorrer a um terceiro mandato.
De acordo com a pesquisa, Scioli, ex-vice-presidente no governo Néstor Kirchner, candidato da coalizão Frente pela Vitória do Povo, da presidente Cristina Kirchner, tem a preferência de 38% do eleitorado, enquanto Macri, da Proposta Republicana, da direita liberal, aparece com 26,6%.
Em terceiro lugar, ficou uma aliança de dissidentes peronistas, a União por una Nova Argentina, com 17,3% das preferências, divididas entre dois candidatos. O deputado Sergio Massa, ex-chefe de gabinete de Cristina Kirchner e ex-prefeito de Tigre, tem o apoio de 12,1% do eleitorado e o ex-governador da província de Córboda José Manuel de la Sota, de 5,2%.
Também foram citados a socialista Margarita Stolbizer (3,6%), o radical Ernesto Sanz (2,3%) e Elisa Carrió (1,6%), da Coalizão Cívica.
Dos 1,5 mil entrevistas, 42,4% acreditam que Scioli será o próximo presidente da Argentina, 35% apostam em Macri e 10,9% em Massa.
As eleições primárias vão definir os candidatos da cada coalizão. O primeiro turno da eleição presidencial argentina será realizado em 25 de outubro de 2015. No fim do segundo mandato, a presidente Cristina Kirchner não pode concorrer a um terceiro mandato.
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