A City, o centro financeiro de Londres, vai fechar um trecho de uma suas ruas, a Moor Lane, a partir de abril, ao trânsito de veículos poluentes para reduzir as emissões de gases tóxicos de uma de suas áreas mais movimentadas.
Uma consulta pública iniciada hoje vai decidir se a proibição será permanente ou de 7h às 23 horas de segundas a sextas-feiras. Os carros elétricos, de emissão zero, poderão circular.
No mês passado, Chris Hayward presidente do comitê de planejamento e transportes da Corporação da Cidade de Londres, que administra a City, uma área de 2,5 quilômetros quadrados do centro da capital do Reino Unido, anunciou: "A qualidade do ar é uma das prioridades mais importantes hoje. Estamos em guerra contra a poluição do ar. Queremos soluções radicais e queremos rapidamente."
A Rua Alto Tâmisa (Upper Thames Street), no limite sul da City, tem o maior índice de poluição de Londres. No ano passado, excedeu o limite tolerável de dióxido de nitrogênio mais de 120 vezes.
O número de carros que circulam no centro financeiro londrino caiu 40% de 1999 a 2017 para 124 mil veículos. O número de bicicletas quadruplicou para um total de mais de 30 mil.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 31 de outubro de 2018
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Polícia desaloja movimento Ocupe Londres
Depois de quatro meses, a polícia britânica desmontou agora há pouco o acampamento dos manifestantes do movimento Ocupe Londres nos jardins da Catedral de São Paulo, que fica junto ao centro financeiro da capital do Reino Unido, o maior da Europa.
Houve alguma resistência, mas pouca violência.
A ocupação chegou a dividir a Igreja Anglicana. Parte dos bispos e pastores simpatiza com o movimento, no momento em que o país enfrenta sua pior crise econômica desde a Grande Depressão (1929-39).
Houve alguma resistência, mas pouca violência.
A ocupação chegou a dividir a Igreja Anglicana. Parte dos bispos e pastores simpatiza com o movimento, no momento em que o país enfrenta sua pior crise econômica desde a Grande Depressão (1929-39).
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Bancos londrinos terão de revelar salários milionários
Os grandes bancos do centro financeiro de Londres terão de revelar a lista dos funcionários que recebem mais de um milhão de libras por ano, cerca de R$ 2,85 milhões.
A proposta é de Sir David Walker, uma das autoridades bancárias da City, revelou o Financial Times.
A proposta é de Sir David Walker, uma das autoridades bancárias da City, revelou o Financial Times.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Álcool é a droga favorita da City londrina
O álcool é a droga favorita de executivos e operadores do centro financeiro de Londres, afirma na edição de hoje o jornal inglês Financial Times.
Se no passado as bebidas alcoólicas eram mais um instrumentos para celebrar o sucesso e os bons negócios, hoje em dia tornaram-se uma válvula de escape para as tensões de uma atividade que movimenta fortunas diariamente.
Leia mais no FT. A reportagem pode ter acesso restrito a assinantes.
Se no passado as bebidas alcoólicas eram mais um instrumentos para celebrar o sucesso e os bons negócios, hoje em dia tornaram-se uma válvula de escape para as tensões de uma atividade que movimenta fortunas diariamente.
Leia mais no FT. A reportagem pode ter acesso restrito a assinantes.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Sucesso de Londres tem lado obscuro
O grande afluxo de capital estrangeiro para o centro financeiro de Londres, o maior do mundo, leva também muito dinheiro sujo, aumentando a preocupação das autoridades com a lavagem de dinheiro, observa hoje o jornal inglês Financial Times.
Como exemplo, o FT cita James Ibori, ex-governador de um estado rico em petróleo na Nigéria. Ele abriu contas em dois bancos britânicos, tem propriedades em Londres e no condado de Dorset, quatro carros, inclusive um Bentley e um Jaguar.
Na transação mais espetacular, comprou por mais de US$ 600 mil um Mercedes-Benz blindado de um showroom no aristocrático bairro de Mayfair, de embaixadas, galerias de arte, hotéis e restaurantes de luxo. O negócio foi acertado por um banco privado suíço e registrado em nome de uma empresa das ilha de Niue, no Oceano Pacífico.
A polícia britânica Scotland Yard acredita que Ibori lavou mais de US$ 40 bilhões no Reino Unido.
Leia no FT.com A Face Oculta do Sucesso de Londres.
Como exemplo, o FT cita James Ibori, ex-governador de um estado rico em petróleo na Nigéria. Ele abriu contas em dois bancos britânicos, tem propriedades em Londres e no condado de Dorset, quatro carros, inclusive um Bentley e um Jaguar.
Na transação mais espetacular, comprou por mais de US$ 600 mil um Mercedes-Benz blindado de um showroom no aristocrático bairro de Mayfair, de embaixadas, galerias de arte, hotéis e restaurantes de luxo. O negócio foi acertado por um banco privado suíço e registrado em nome de uma empresa das ilha de Niue, no Oceano Pacífico.
A polícia britânica Scotland Yard acredita que Ibori lavou mais de US$ 40 bilhões no Reino Unido.
Leia no FT.com A Face Oculta do Sucesso de Londres.
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