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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

China pede ação global para acalmar mercados

Durante reunião ministerial ontem, o governo da China pediu aos "países relevantes" que "adotem políticas monetárias e fiscais concretas e responsáveis" para reduzir seus déficits, resolver as crises de dívidas e restaurar a confiança dos investidores, informa hoje o Diário da China.

Neste sentido, o governo chinês apoia a declaração feita na segunda-feira pelos ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais dos países do Grupo dos 20 (19 países mais ricos do mundo e a União Europeia) prometendo tomar todas as medidas necessidades para promover a estabilidade e o crescimento econômicos.

“O mercado internacional atravessa um momento de grande turbulência, e a recuperação econômica global enfrenta crescentes incertezas e instabilidades”, diz uma declaração oficial distribuída pelo primeiro-ministro Wen Jiabao.

A China assume o compromisso de “manter a estabilidade macroeconômica e buscar o equilíbrio entre controle da inflação, crescimento e reestruturação da economia”.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Goldman Sachs perdeu US$ 1,3 bilhão de Kadafi

O banco de investimentos americano Goldman Sachs, que passou de herói a vilão do mercado financeiro com as sujeiras reveladas pela crise financeira internacional, perdeu US$ 1,3 bilhão de dólares da Líbia. Em troca, chegou a oferecer uma participação que tornaria o ditador Muamar Kadafi num de seus maiores acionistas, noticia hoje o jornal britânico The Independent.

A Autoridade de Investimentos da Líbia, um fundo para aplicar no exterior os recursos obtidos com a exportação de petróleo, tem dezenas de bilhões de dólares. Desde que as sanções anteriores ao país por suas ligações com o terrorismo foram suspensas depois que Kadafi abandonou seus programas de armas de destruição em massa, em 2004, uma série de empresas ocidentais tentou se beneficiar da riqueza do país.

Em 2008, antes do auge da crise mundial, o governo líbio deu US$ 1,3 bilhão ao Goldman Sachs para investimento em mercados de câmbio e em produtos financeiros complexos.

No início de 2009, o banco tinha perdido 98% do dinheiro. Para acalmar Kadafi, altos executivos do Goldman Sachs foram a Trípoli, a capital líbia, dar explicações e teria oferecido a participação acionária.

Ontem, o banco negou-se a comentar o negócio. Afirmou apenas que o dinheiro do regime líbio foi congelado com base nas sanções impostas pelos Estados Unidos.

Várias empresas com ativos da Líbia estão sob pressão para entregá-los ao Conselho Nacional de Transição, o governo provisório formado pelos rebeldes que lutam há três meses e meio para derrubar uma ditadura de 41 anos.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Grávidas correm maior risco com gripe suína

As mulheres grávidas correm risco muito maior de complicações ou morte, se pegarem a gripe suína ou gripe A, e devem receber tratamento prioritário com medicamentos antivirais, concluiu uma pesquisa divulgada ontem pelo Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos.

sábado, 25 de abril de 2009

OMS alerta para risco de pandemia de gripe

A diretora-geral da Organização Mundial de Saúde, Margaret Chan, alertou hoje que o surto de gripe suína que atinge o México e os Estados Unidos pode se transformar numa pandemia, uma epidemia global. Mais de mil mexicanos foram contaminados e pelo menos 68 morreram.

Na Cidade do México, o clima é de medo. Os museus, teatros, cinemas e teatros foram fechados. Nas ruas, o Exército distribui máscaras respiratórias para evitar que a tosse e espirros transmitam a doença.

A população está sendo aconselhada a evitar locais de concentração de pessoas, inclusive trens, metrô e ônibus. Um jogo de futebol foi realizado com o estádio vazio, sem torcedores.

Ao reconhecer a gravidade da situação, o presidente Felipe Calderón pediu o apoio da população para conter a epidemia. O prefeito da Cidade do México garantiu que os hospitais tem o medicamento necessário para curar a gripe suína.

Nos EUA, além dos oito casos já curados na Califórnia e no Texas, surgiram mais doentes no estado do Kansas, indicando que a gripe suína já não pode mais ser contida, como alertou ontem o Centro de Controle de Doenças, em Atlanta, na Geórgia.

Em Genebra, na Suíça, a OMS realizou uma reunião de emergência e ativou o centro de combate a epidemia. Os epidemiologistas das Nações Unidas estão em contato permanente com os dois países afetados. A diretora Margaret Chan orientou os diretores das divisões regionais da organização para reforçarem a vigilância sanitária.

No Japão, as autoridades montaram um esquema no Aeroporto de Narita, perto de Tóquio, para examinar todos os passageiros que chegam do México ou passaram por lá.