Os músicos desenvolvem conexões neurais que os não músicos não têm. Isso facilita a tomada de decisões e a solução de problemas cotidianos. A conclusão é de investigadores da Universidade de Granada, na Espanha.
Os cientistas do Centro de Pesquisas sobre Mente, Cérebro e Comportamento e do Departamento de História e Ciências da Música decidiram investigar as mudança na conectividade cerebral dos músicos.
A pesquisa examinou 142 músicos do Real Conservatório Superior de Música Victoria Eugenia, de Granada, do Real Conservatório Superior de Música, de Málaga, da graduação em História e Ciências da Música da Universidade de Granada e de outros setores da universidade.
Todos os músicos tinham pelo menos dez anos de formação musical e tocavam instrumentos. Eles e os não músicos foram submetidos a exames de ressonância magnética e a uma série de testes neuropsicológicos.
A conclusão é que os músicos desenvolvem conexões neurais que facilitam a solução de problemas difíceis: "Tratam-se das tarefas mais complexas que um sujeito pode realizar a nível cerebral, resultados de múltiplas interrelações cerebrais", declarou a principal autora do relatório, Miriam Albusac Jorge, da Universidade de Granada.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 5 de março de 2018
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Efeito Pinóquio esquenta nariz ao mentir
Quando uma pessoa mente, a temperatura do rosto aumenta ao redor do nariz e nos músculos orbitais do canto interno dos olhos. É o Efeito Pinóquio. Quando faz um grande esforço mental, a cara esfria. A ansiedade também esquenta. As conclusões são de um trabalho pioneiro da Universidade de Granada, na Espanha, que usou termografia, uma técnica baseada na temperatura do corpo.
A termografia foi desenvolvida pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial para produção de equipamentos para visão noturna. Os pesquisadores Emilio Gómez Milán e Elvira Salazar López, da Universidade de Granada, são pioneiros na aplicação da termografia na psicologia.
O desejo sexual também pode ser detectado pelo calor. A excitação aumenta a temperatura no peito e nos órgãos genitais. O estudo mostra que homem e mulher ficam excitados ao mesmo tempo.
Cada tipo de expressão corporal diferente deixa sua marca distinta na análise termográfica. Quando um bailarino dança o flamengo, a temperatura das nádegas cai e a do antebraço sobe. Várias alterações estão relacionadas a estados físicos, mentais e emocionais.
A termografia foi desenvolvida pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial para produção de equipamentos para visão noturna. Os pesquisadores Emilio Gómez Milán e Elvira Salazar López, da Universidade de Granada, são pioneiros na aplicação da termografia na psicologia.
O desejo sexual também pode ser detectado pelo calor. A excitação aumenta a temperatura no peito e nos órgãos genitais. O estudo mostra que homem e mulher ficam excitados ao mesmo tempo.
Cada tipo de expressão corporal diferente deixa sua marca distinta na análise termográfica. Quando um bailarino dança o flamengo, a temperatura das nádegas cai e a do antebraço sobe. Várias alterações estão relacionadas a estados físicos, mentais e emocionais.
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