A Coreia do Sul reduziu o nível de alerta de suas Forças Armadas depois que a Coreia do Norte fez o mesmo porque o Sul aceitou suspender a propaganda anticomunista difundida por alto-falantes na fronteira entre os dois países, informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.
O Ministério da Defesa da Coreia do Sul constatou a retirada de submarinos da Coreia do Norte que circulavam perto de seu mar territorial no último fim de semana.
Em Panmunjon, a cidade que fica na zona desmilitarizada entre os dois países, os norte-coreanos voltaram a usar pistolas, depois de serem vistos com fuzis de guerra nos últmos dias.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 26 de agosto de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Ditador da Coreia do Norte põe militares em estado de alerta
Depois de uma troca de tiros ontem na fronteira entre as duas Coreias, o ditador norte-coreano, Kim Jong Un, deu ordem hoje às Forças Armadas para estarem prontas para "lançar operações de surpresa", noticiou a agência sul-coreana Yonhap.
O regime comunista de Pionguiangue deu ontem um ultimato de 48 horas à Coreia do Sul para acabar com a propaganda divulgada por alto-falantes instalados ao longo da fronteira ou enfrentar uma ação militar. Depois de uma semana de protestos, a Coreia do Norte disparou tiros de canhão ontem contra o território sul-coreano, provocando uma resposta.
Diante da troca de tiros, a Coreia do Sul colocou suas forças em estado de alerta máxima, indicado para perigo de ataque iminente. O Departamento da Defesa dos Estados Unidos chegou a suspender exercícios militares conjuntos para avaliar a situação. A manobra foi retomada.
A guerra não interessa a ninguém, mas essas demonstrações de força na última fronteira da Guerra Fria trazem o risco de uma escalada capaz de deflagrar um conflito.
O regime comunista de Pionguiangue deu ontem um ultimato de 48 horas à Coreia do Sul para acabar com a propaganda divulgada por alto-falantes instalados ao longo da fronteira ou enfrentar uma ação militar. Depois de uma semana de protestos, a Coreia do Norte disparou tiros de canhão ontem contra o território sul-coreano, provocando uma resposta.
Diante da troca de tiros, a Coreia do Sul colocou suas forças em estado de alerta máxima, indicado para perigo de ataque iminente. O Departamento da Defesa dos Estados Unidos chegou a suspender exercícios militares conjuntos para avaliar a situação. A manobra foi retomada.
A guerra não interessa a ninguém, mas essas demonstrações de força na última fronteira da Guerra Fria trazem o risco de uma escalada capaz de deflagrar um conflito.
terça-feira, 26 de março de 2013
Coreia do Norte ordena prontidão para atacar os EUA
A Coreia do Norte ordenou a mobilização de seus foguetes estratégicos e unidades de artilharia de longo alcance para um possível ataque contra bases militares dos Estados Unidos na ilha de Guam, no Havaí e no território americano, depois que aviões bombardeiros dos EUA sobrevoaram seu território.
Com a ordem do "supremo comando estratégico", a ditadura comunista de Pionguiangue eleva o tom de suas ameaças ao nível mais alto desde o início da manobras militares conjuntas entre os EUA e a Coreia do Sul no começo do mês.
Ao sul do paralelo 38º Norte, que divide a Península Coreana desde o fim da Segunda Guerra Mundial, o governo sul-coreano não detectou nenhuma ameaça real do inimigo histórico, observa a agência de notícias Reuters.
O regime norte-coreano já realizou três explosões atômicas experimentais e ameaçou os EUA com um ataque nuclear, mas os especialistas não acreditam que o país tenha condições de empacotar uma bomba e colocá-la num míssil capaz de longo alcance.
Com a ordem do "supremo comando estratégico", a ditadura comunista de Pionguiangue eleva o tom de suas ameaças ao nível mais alto desde o início da manobras militares conjuntas entre os EUA e a Coreia do Sul no começo do mês.
Ao sul do paralelo 38º Norte, que divide a Península Coreana desde o fim da Segunda Guerra Mundial, o governo sul-coreano não detectou nenhuma ameaça real do inimigo histórico, observa a agência de notícias Reuters.
O regime norte-coreano já realizou três explosões atômicas experimentais e ameaçou os EUA com um ataque nuclear, mas os especialistas não acreditam que o país tenha condições de empacotar uma bomba e colocá-la num míssil capaz de longo alcance.
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