Toda a Índia está enfrentando temperaturas acima da média para esta época do ano, pior ainda do que em maio de 2015, quando 2.330 pessoas morreram na quinta pior onda de calor da história do planeta. Hoje a máxima chegou a 51º C na cidade de Falodi, no estado do Rajastão.
O recorde anterior era de 50,6º C, registrado em Alwar, também no Rajastão, em 1956. A Índia costuma enfrentar ondas de calor antes do início da temporada de chuvas das monções, quando a água que evapora no Mar da Arábia é retida pelas montanhas da cordilheira do Himala e forma nuvens carregadas que causam grandes tempestades.
Em vários estados, entre eles Déli, Hariana, Rajastão, Telangana e Uttar Pradesh, as temperaturas máximas passam de 40º C. Desde abril, pelo menos 340 pessoas morreram em Déli e 300 em Telangana. Há dois dias, a capital do país, Nova Déli, registrou 47º C.
Com o aquecimento global causado pela emissão de gases carbônicos produzidos pelo homem, este deve ser o ano mais quente da história, prevê a Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço dos EUA (NASA).
No início da semana, a Administração Nacional de Atmosfera e Oceanos dos Estados Unidos (NOAA) anunciou que novos recordes de temperaturas globais foram registrados por 12 meses consecutivos.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
Mostrando postagens com marcador onda de calor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador onda de calor. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 20 de maio de 2016
terça-feira, 10 de julho de 2012
Seca nos EUA aumenta preços de produtos agrícolas
A seca e a forte onda de calor que atingem a região central dos Estados Unidos estão causando um forte aumento nos preços dos produtos agrícolas no mercado internacional. É uma boa notícia para o Brasil, cada vez mais dependente das exportações de produtos primários.
Com as exportações americanas no menor nível em oito anos, a saca de cerca de 25 quilos de milho para entrega em julho subiu ontem de US$ 7,4325 para US$ 7,7525. O trigo subiu de US$ 7,9125 para US$ 8,10, e a soja de US$ 16,1975 para US$ 16,65.
As plantações dos EUA de milho e soja, as maiores do mundo, estão na pior situação desde 1988, observa a agência de notícias Reuters.
Com as exportações americanas no menor nível em oito anos, a saca de cerca de 25 quilos de milho para entrega em julho subiu ontem de US$ 7,4325 para US$ 7,7525. O trigo subiu de US$ 7,9125 para US$ 8,10, e a soja de US$ 16,1975 para US$ 16,65.
As plantações dos EUA de milho e soja, as maiores do mundo, estão na pior situação desde 1988, observa a agência de notícias Reuters.
Assinar:
Postagens (Atom)