Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
França condena corretor a cinco anos de cadeia
Um tribunal de apelações da França condenou hoje o ex-corretor Jérôme Kerviel a cinco anos de prisão por ter dado um prejuízo de 4,9 bilhões de euros ao banco Société Générale. Ele deve cumprir pelo menos três anos em regime fechado e devolver o dinheiro à instituição financeira.
sábado, 26 de janeiro de 2008
Preso corretor que deu prejuízo recorde
A polícia da França prendeu o corretor Jérôme Kerviel, de 31 anos, responsável pela maior fraude já realizada contra um banco, o Société Générale, no valor de 4,9 milhões de euros, cerca de US$ 7,2 bilhões ou R$ 12 bilhões.
Ele está detido na delegacia da polícia financeira, no Sudeste de Paris.
Para o presidente francês, Nicolas Sarkozy, está na hora de reformar "um sistema financeiro que perdeu o sentido. Se é possível lucrar em poucas horas, também pode haver perdas gigantescas em poucas horas".
Ele está detido na delegacia da polícia financeira, no Sudeste de Paris.
Para o presidente francês, Nicolas Sarkozy, está na hora de reformar "um sistema financeiro que perdeu o sentido. Se é possível lucrar em poucas horas, também pode haver perdas gigantescas em poucas horas".
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Fraude dá prejuízo de US$ 7,2 bi a banco francês
O banco Société Générale, o segundo maior da França, teve um prejuízo de 4,9 bilhões de euros (US$ 7,2 bilhões) por causa de uma fraude realizada por um operador desonesto.
Jérôme Kerviel, de 31 anos, está desaparecido. Ele trabalhava na mesa de operações do mercado europeu de derivativos, em Paris, e foi descrito pelo presidente do Banco da França como um "gênio da fraude". Foi descoberto quando um supervisor descobriu uma transação acima do valor-limite estipulado pelo banco e deu o alerta.
Depois do anúncio, a negociação de ações do banco foi suspensa.
Em entrevista à TV britânica BBC, o ex-corretor Nick Leeson, que quebrou em 1995 o Barings, o mais antigo banco de investimentos do centro financeiro de Londres, com um prejuízo de 900 milhões de libras (US$ 1,4 bilhão pelo câmbio da época) na sua filial em Cingapura, tentou explicar como esses processos acontecem.
É um ambiente ultracompetitivo, onde operadores inteligentes ganham fortunas e manipulam quantias formidáveis, mas também de alto risco.
Para um corretor de prestígio, que conhece o funcionamento do sistema, é enorme a tentação de esconder suas perdas. Ou seja: faltou supervisão. Leeson era um livre-atirador.
Quando os prejuízos aumentaram, a única alternativa a assumir a perda era fazer apostas ainda mais altas, na expectativa de se recuperar. Sem sucesso, cresce o passivo.
Aparentemente, Kerviel não se beneficiou de suas fraudes.
Jérôme Kerviel, de 31 anos, está desaparecido. Ele trabalhava na mesa de operações do mercado europeu de derivativos, em Paris, e foi descrito pelo presidente do Banco da França como um "gênio da fraude". Foi descoberto quando um supervisor descobriu uma transação acima do valor-limite estipulado pelo banco e deu o alerta.
Depois do anúncio, a negociação de ações do banco foi suspensa.
Em entrevista à TV britânica BBC, o ex-corretor Nick Leeson, que quebrou em 1995 o Barings, o mais antigo banco de investimentos do centro financeiro de Londres, com um prejuízo de 900 milhões de libras (US$ 1,4 bilhão pelo câmbio da época) na sua filial em Cingapura, tentou explicar como esses processos acontecem.
É um ambiente ultracompetitivo, onde operadores inteligentes ganham fortunas e manipulam quantias formidáveis, mas também de alto risco.
Para um corretor de prestígio, que conhece o funcionamento do sistema, é enorme a tentação de esconder suas perdas. Ou seja: faltou supervisão. Leeson era um livre-atirador.
Quando os prejuízos aumentaram, a única alternativa a assumir a perda era fazer apostas ainda mais altas, na expectativa de se recuperar. Sem sucesso, cresce o passivo.
Aparentemente, Kerviel não se beneficiou de suas fraudes.
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