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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

EUA confirmam execução de Peter Kassig pelo Estado Islâmico

CAMBRIGDE-MA, EUA - O governo dos Estados Unidos confirmou ontem a execução do refém americano Peter Kassig, de 26 anos, pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), mais uma gesto bárbaro deplorado pelo presidente Barack Obama como o "mal absoluto cometido por um grupo terrorista que o mundo inteiro considera, com razão, desumano".

Ex-militar, Kassig trabalhava com ajuda humanitária na Síria desde o fim de 2012 e foi sequestrado em outubro de 2013. Foi o quinto refém ocidental degolado desde que os EUA declararam guerra ao Estado Islâmico.

No mesmo vídeo, os jihadistas reivindicam as execuções sumárias de 18 soldados sírios.

Obama negou qualquer possibilidade de fazer uma aliança com o ditador sírio, Bachar Assad, alegando que ele perdeu a legitimidade ao atacar seu próprio povo na guerra civil que já dura mais de três anos e meio.

Os EUA estão bombardeando posições do EIIL e de outros grupos extremistas muçulmanos envolvidos na guerra civil síria, beneficiando assim a ditadura de Assad.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Estado Islâmico degola mais um britânico

O refém britânico Alan Henning, que dava ajuda humanitária na Síria, foi decapitado por terroristas da milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, anuncia um vídeo divulgado hoje à tarde pelo grupo. É o quarto ocidental morto. Foram dois americanos e dois britânicos.

Henning tinha 47 anos e era motorista. Sensibilizado pelas más notícias da guerra civil síria, alistou-se como voluntário para levar ajuda humanitária às vítimas do conflito. Sem se dar conta do que risco que corria, foi capturado em dezembro de 2013 meia hora depois de cruzar a fronteira da Turquia com a Síria.

No fim do vídeo, a milícia apresentou o americano Peter Kassig, de 23 anos, como o próximo refém a ser degolado, com a seguinte advertência: "Obama, você começou o bombardeio aéreo contra a Síria e mantém os ataques contra nosso povo, assim é nosso direito atacar alguém do seu povo."