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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Sarkozy lança candidatura à Presidência da França

O ex-presidente Nicolas Sarkozy nunca aceitou a derrota para o presidente François Hollande na eleição presidencial de 2012 na França. No livro Tudo pela França, a ser lançado em 24 de agosto, oficializa sua ambição de voltar ao Palácio do Eliseu em 2017.

"Eu decidi ser candidato à eleição presidencial de 2017", escreveu Sarkozy. Quem acompanha a política francesa sabia disso há muito tempo. Um repórter da televisão France 2 confirmou hoje.

Sarkozy vai deixar a presidência do partido Os Republicanos, de centro-direita, e terá de disputar a eleição interna do partido com outros 12 aspirantes em 20 e 27 de novembro de 2016. Seu maior adversário é o ex-primeiro-ministro Alain Juppé.

Entre os desafios que Sarkozy discute no livro, estão como manter a identidade e a competitividade da França no mundo globalizado e como manter a autoridade e preservar a liberdade na luta contra o terrorismo.

Com a baixíssima popularidade do presidente Hollande, em torno de apenas 12%, o Partido Socialista corre sério risco de perder, como em 2002, a vaga no segundo turno para a neofascista Frente Nacional, desta vez sob a liderança de Marine Le Pen. Ela tem a preferência de cerca de 25% do eleitorado francês.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Sarkozy aceita participar de eleição primária

Durante uma reunião política em Lambersart, o ex-presidente Nicolas Sarkozy aceitou, em princípio, participar de uma eleição primária para escolher o candidato de centro-direita à Presidência da França em 2017, informou há pouco o jornal francês Le Monde.

O ex-primeiro-ministro e ex-ministro das Relações Exteriores Alain Juppé, do mesmo partido, a União por um Movimento Popular, já manifestou a intenção de concorrer ao Palácio do Eliseu. Sarkozy era alvo de um inquérito judicial sobre abuso de poder e corrupção eleitoral foi arquivada ontem por um tribunal de Paris.

Com a popularidade do presidente socialista François Hollande em apenas 13%, a menor de um chefe de Estado da 5ª República, fundada em 1958, o candidato de centro-direita é desde já o favorito. E sempre existe o fantasma de Marine le Pen, da Frente Nacional, de extrema direita, que venceu as eleições para o Parlamento Europeu com 25% dos votos em maio de 2014.