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sábado, 25 de junho de 2016

China corta contato direto com Taiwan

O regime comunista da China rompeu a comunicação direta com o governo de Taiwan porque a nova presidente Tsai Ing-wen não se comprometeu oficialmente com o princípio imposto por Beijim de que só existe uma China.

Ao contrário de seu predecessor Ma Ying-jeou, do partido nacionalista Kuomintang (KMT), Tsai, do Partido Progressista Democrático (PPD), mais favorável à independência, não aceitou oficialmente a ideia de que a China e Taiwan são uma só nação.

Esse princípio foi estabelecido em 1992 numa tentativa de melhorar as relações através do Estreito de Taiwan. Tsai declarou que não pretende mudar o status quo, mas o regime comunista chinês está hostilizando e intimidando Taiwan, que considera uma província rebelde, em várias frentes.

sábado, 22 de março de 2008

Oposição pró-China vence eleição em Taiwan

Com a promessa de melhorar as relações econômicas com a China, o partido nacionalista Kuomintang (KMT), que governou Taiwan durante a maior parte de sua história independente, venceu a eleição presidencial deste sábado, 22 de março de 2008, em Taiwan, antes conhecida como Formosa. A China considera a ilha uma província rebelde e ameaça invadi-la, se Taiwan declarar a independência.

O presidente eleito, Ma Yang-jeou, baseou sua campanha nos três nãos: não à independência, não à reunificação, não à guerra. Obteve 58% dos votos válidos, contra 42% para Frank Hsieh, do Partido Progressista Democrático (PPD), que governava Taiwan há oito anos.

As chances de Hsieh teriam aumentado nos últimos dias por causa da violenta repressão chinesa às manifestações pela liberdade do Tibete, que teriam provocado mais de cem mortes, um número não-confirmado por fontes independentes.

Se Hsieh ganhasse, o PPD pretendia pedir associação às Nações Unidas para tentar romper o isolamento internacional de Taiwan. Seria um gesto meramente simbólico. A proposta seria fatalmente rejeitada pelo regime comunista chinês, que insiste, tanto no caso de Taiwan como no do Tibete, que "só existe uma China".

Como membro permanente do Conselho de Segurança, a China é uma das cinco grandes potências com direito de veto na ONU.