Pouco mais de uma semana depois de um ataque terrorista que deixou 38 mortos na praia de Sousse, o governo da Tunísia decretou hoje estado de emergência, noticiou a televisão pública britânica BBC.
Depois do ataque, reivindicado por aliados do Estado Islâmico do Iraque e do Levante, a segurança foi reforçada nos hotéis e praias do país. O turismo, responsável por 14,5% do produto interno bruto tunisiano, foi duramente abalado.
Em pronunciamento na TV, o presidente Beji Caid Essebsi justificou o estado de emergência em nome do combate ao terrorismo. É uma tentativa mobilizar a população e tentar trazer os turistas de volta.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sábado, 4 de julho de 2015
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Resultado da eleição presidencial gera protestos na Tunísia
Centenas de manifestantes queimaram pneus, bloquearam ruas e enfrentaram a polícia, que usou gás lacrimogênio na cidade de Hama du Jerid, na Tunísia, depois do anúncio de que Beji Caid Essebsi ganhou o segundo turno da eleição presidencial, com 55,68% dos votos válidos contra 44,32% para o presidente interino Moncef Marzouki.
A primeira eleição presidencial direta da história do país é considera a etapa final da transição para a democracia depois da queda do ditador Zine Ben Ali, em 14 de janeiro de 2011, na primeira a única revolta bem-sucedida da chamada Primavera Árabe.
Essebsi era o principal candidato secularista, mas pertencia ao partido de Ben Ali. Sua vitória marca o fim do governo dos islamitas moderados que venceram as eleições parlamentares depois da revolução.
A primeira eleição presidencial direta da história do país é considera a etapa final da transição para a democracia depois da queda do ditador Zine Ben Ali, em 14 de janeiro de 2011, na primeira a única revolta bem-sucedida da chamada Primavera Árabe.
Essebsi era o principal candidato secularista, mas pertencia ao partido de Ben Ali. Sua vitória marca o fim do governo dos islamitas moderados que venceram as eleições parlamentares depois da revolução.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Eleição presidencial na Tunísia vai a segundo turno
O líder secularista Beji Caid Essebsi obteve 39,46% dos votos na eleição presidencial de 23 de novembro de 2014 na Tunísia, mas terá de disputar o segundo turno em dezembro com o presidente, Moncel Marzouki, apoiado por partidos islamitas, que ficou em segundo com 33,4%.
É a primeira eleição presidencial direta na Tunísia, o único país onde a Primavera Árabe teve sucesso.
É a primeira eleição presidencial direta na Tunísia, o único país onde a Primavera Árabe teve sucesso.
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