As procuradorias dos estados de Nova York e de Connecticut intimaram sete bancos a dar explicações num inquérito sobre a manipulação da Libor, a taxa de referência interbancária do centro financeiro de Londres, usada para calcular transações estimadas em US$ 800 bilhões por ano, informou hoje a agência de notícias Bloomberg.
Os bancos americanos Citigroup e J P Morgan Chase, os britânicos Barclays, HSBC e RBS, o suíço UBS e o alemão Deutsche Bank terão de entregar documentos à Justiça dos Estados Unidos. Vários clientes apelaram aos tribunais alegando terem sido lesados pela manipulação.
A Libor é uma taxa de referência interbancária calculada com base nas taxas de juros praticadas por um grupo de bancos internacionais do qual as sete empresas intimadas fazem parte.
No pior momento da crise, em que o crédito interbancário praticamente secou, os bancos manipularam as taxas para dar uma aparência de normalidade. Agora, afirmam ter sido pressionados por bancos centrais a fazer isso.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Emergentes lideram recuperação mundial
O maior banco europeu, o HSBC diz que o pior da crise já passou e que a recuperação será liderada pelos emergentes.
Outros destaques econômicos do dia:
• A Comissão Europeia rejeita a compra da Sun Microsystems pela Oracle por US$ 7 bi com base nas regras antimonopólio. As duas empresas são americanas, mas, se não atenderem à legislação europeia, não poderão fazer negócios na UE, o maior mercado consumidor mundial.
• O banco britânico Lloyds vai demitir mais 5 mil.
• O banco britânico Barclays, que não pediu ajuda ao governo, teve queda de 54% no lucro no terceiro trimestre.
• A libra cai com a ameaça de que a dívida soberana do Reino Unido, um dos países mais abalados pela crise, seja rebaixada por uma agência de classificação de risco.
• As bolsas da Ásia sobem na onda de Wall St. , que ontem atingiu o maior nível em 13 meses. Na Europa, foi um dia de queda. Em Nova York, o Índice Dow Jones teve um pequeno avanço, mas o índice amplo S&P500 e a bolsa eletrônica Nasdaq caíram.
Outros destaques econômicos do dia:
• A Comissão Europeia rejeita a compra da Sun Microsystems pela Oracle por US$ 7 bi com base nas regras antimonopólio. As duas empresas são americanas, mas, se não atenderem à legislação europeia, não poderão fazer negócios na UE, o maior mercado consumidor mundial.
• O banco britânico Lloyds vai demitir mais 5 mil.
• O banco britânico Barclays, que não pediu ajuda ao governo, teve queda de 54% no lucro no terceiro trimestre.
• A libra cai com a ameaça de que a dívida soberana do Reino Unido, um dos países mais abalados pela crise, seja rebaixada por uma agência de classificação de risco.
• As bolsas da Ásia sobem na onda de Wall St. , que ontem atingiu o maior nível em 13 meses. Na Europa, foi um dia de queda. Em Nova York, o Índice Dow Jones teve um pequeno avanço, mas o índice amplo S&P500 e a bolsa eletrônica Nasdaq caíram.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Bancos europeus oferecem US$ 98,5 bilhões pelo ABN
O maior negócio da História fica ainda maior: um grupo de bancos liderados pelo Royal Bank of Scotland (RBS), concorrente direto do Barclays no mercado britânico, cobriu a oferta de US$ 91 bilhões do Barclays, oferecendo US$ 98,5 bilhões pelo banco holandês ABN-Amro.
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Barclays compra ABN-Amro por US$ 91 bilhões
O banco ABN-Amro aceitou uma proposta de compra do Barclays no valor de 67 bilhões de euros, cerca de US$ 91 bilhões, com o pagamento totalmente em ações. A aquisição vai criar uma das maiores instituições financeiras do mundo.
Com o negócio, o banco LaSalle, empresa subsidiária do ABN nos Estados Unidos, será vendido ao Bank of America por US$ 21 bilhões.
Com o negócio, o banco LaSalle, empresa subsidiária do ABN nos Estados Unidos, será vendido ao Bank of America por US$ 21 bilhões.
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