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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

EUA intima bancos a explicar manipulação da Libor

As procuradorias dos estados de Nova York e de Connecticut intimaram sete bancos a dar explicações num inquérito sobre a manipulação da Libor, a taxa de referência interbancária do centro financeiro de Londres, usada para calcular transações estimadas em US$ 800 bilhões por ano, informou hoje a agência de notícias Bloomberg.

Os bancos americanos Citigroup e J P Morgan Chase, os britânicos Barclays, HSBC e RBS, o suíço UBS e o alemão Deutsche Bank terão de entregar documentos à Justiça dos Estados Unidos. Vários clientes apelaram aos tribunais alegando terem sido lesados pela manipulação.

A Libor é uma taxa de referência interbancária calculada com base nas taxas de juros praticadas por um grupo de bancos internacionais do qual as sete empresas intimadas fazem parte.

No pior momento da crise, em que o crédito interbancário praticamente secou, os bancos manipularam as taxas para dar uma aparência de normalidade. Agora, afirmam ter sido pressionados por bancos centrais a fazer isso.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

HSBC vai demitir 30 mil nos próximos anos

Um dos maiores bancos internacionais, o HSBC (Hong Kong Shanghai Banking Corporation) sobreviveu à crise financeira internacional de 2008-9. Desde então, tenta se readaptar. Para isso, está demitindo 5 mil funcionários na Europa, América Latina e Oriente Médio.

Nos próximos anos, deve demitir mais 25 mil, revela hoje o jornal The Wall St. Journal.

O anúncio foi feito no momento em que o banco anuncia um aumento de 36% no lucro do primeiro semestre, que subiu de US$ 6,6 bilhões para US$ 8,9 bilhões.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Emergentes lideram recuperação mundial

O maior banco europeu, o HSBC diz que o pior da crise já passou e que a recuperação será liderada pelos emergentes.

Outros destaques econômicos do dia:
• A Comissão Europeia rejeita a compra da Sun Microsystems pela Oracle por US$ 7 bi com base nas regras antimonopólio. As duas empresas são americanas, mas, se não atenderem à legislação europeia, não poderão fazer negócios na UE, o maior mercado consumidor mundial.

• O banco britânico Lloyds vai demitir mais 5 mil.

• O banco britânico Barclays, que não pediu ajuda ao governo, teve queda de 54% no lucro no terceiro trimestre.

• A libra cai com a ameaça de que a dívida soberana do Reino Unido, um dos países mais abalados pela crise, seja rebaixada por uma agência de classificação de risco.

• As bolsas da Ásia sobem na onda de Wall St. , que ontem atingiu o maior nível em 13 meses. Na Europa, foi um dia de queda. Em Nova York, o Índice Dow Jones teve um pequeno avanço, mas o índice amplo S&P500 e a bolsa eletrônica Nasdaq caíram.