O ritmo de contratações diminuiu em maio de 2017 nos Estados Unidos, com saldo de 138 mil vagas, mas o número de pessoas procurando trabalho diminuiu, revelou hoje o relatório oficial de emprego do Departamento do Trabalho. A taxa de desemprego caiu para 4,3%. É a menor em 16 anos.
Em média, os economistas ouvidos pelo jornal The Wall Street Journal esperavam 184 mil novas vagas de emprego. "Como a abertura de empregos está perto do recorde, o relatório sugere que as empresas estão encontrando dificuldade para preencher estas vagas num mercado cada vez mais apertado", comentou a economista Beth Ann Bovino, da empresa S&P Global Ratings.
A escassez de mão de obra pressiona os salários para cima. Nos últimos 12 meses, os salários subiram em média 2,5% para US$ 26,22 (R$ 85) por hora.
A participação da população em idade de trabalho no mercado de trabalho caiu de 62,9% em abril para 62,7% em maio. Isso explica a queda na taxa de desemprego, medida em outra pesquisa.
Neste ano, em média, foram abertas 162 mil vagas de emprego por mês a mais do que foram fechadas, em contraste com 187 mil por mês em 2016.
O índice de emprego amplo, incluindo desempregados e empregados em meio turno em busca de trabalho por tempo integral, caiu de 8,6% para 8,4% em maio.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 2 de junho de 2017
sexta-feira, 6 de junho de 2014
EUA tiveram saldo de 217 mil empregos em maio
Os Estados Unidos criaram 217 mil empregos a mais do fecharam em maio de 2014, acima da expectativa do mercado, que girava em torno de 200 mil, anunciou hoje o Departamento do Trabalho. Com esse ganho, o total de trabalhadores empregados nos EUA superou o pico de janeiro de 2008, antes da Grande Recessão, chegando a 138,4 milhões.
O resultado de abril foi revisado para baixo, de 288 mil para 282 mil, o melhor desempenho do mercado de trabalho em mais de dois anos. O ganho de março não mudou, ficou em 203 mil.
A taxa de desemprego, medida em outra pesquisa, de amostra de domicílios, também ficou estável, em 6,3%.
O resultado de abril foi revisado para baixo, de 288 mil para 282 mil, o melhor desempenho do mercado de trabalho em mais de dois anos. O ganho de março não mudou, ficou em 203 mil.
A taxa de desemprego, medida em outra pesquisa, de amostra de domicílios, também ficou estável, em 6,3%.
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