A Marinha de Israel interceptou hoje à noite o navio Marianne, que seguia para a Faixa de Gaza com 200 ativistas para denunciar o bloqueio naval do território palestino. Entre as pessoas a bordo, estavam o deputado árabe-israelense Basel Ghattas e o ex-presidente da Tunísia Moncef Marzouki.
A operação foi realizada domingo à noite. Ninguém saiu ferido, ao contrário do que acontecera em 31 de maio de 2010, quando comandos israelenses atacaram o navio turco Mavi Marmara, matando nove cidadãos da Turquia. O ataque provocou revolta e azedou as relações entre os dois países, que só agora começam a se recuperar.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 28 de junho de 2015
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Turquia pede prisão de quatro oficiais de Israel
A Justiça da Turquia pediu ontem à polícia internacional Interpol a prisão de quatro oficiais das Forças Armadas de Israel acusados por um ataque contra a chamada Flotilha da Liberdade, que tentava romper o bloqueio naval israelense à Faixa de Gaza em 31 de maio de 2010. Nove turcos morreram na ação.
O pedido atrapalha a reconciliação entre os dois países, que eram aliados até recentemente, quando o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, criticou uma ofensiva contra o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) na Faixa de Gaza no fim de 2008 e início de 2009, e condenou o ataque à flotilha.
O pedido atrapalha a reconciliação entre os dois países, que eram aliados até recentemente, quando o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, criticou uma ofensiva contra o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) na Faixa de Gaza no fim de 2008 e início de 2009, e condenou o ataque à flotilha.
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