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domingo, 28 de junho de 2015

Israel intercepta flotilha que ia para a Faixa de Gaza

A Marinha de Israel interceptou hoje à noite o navio Marianne, que seguia para a Faixa de Gaza com 200 ativistas para denunciar o bloqueio naval do território palestino. Entre as pessoas a bordo, estavam o deputado árabe-israelense Basel Ghattas e o ex-presidente da Tunísia Moncef Marzouki.

A operação foi realizada domingo à noite. Ninguém saiu ferido, ao contrário do que acontecera em 31 de maio de 2010, quando comandos israelenses atacaram o navio turco Mavi Marmara, matando nove cidadãos da Turquia. O ataque provocou revolta e azedou as relações entre os dois países, que só agora começam a se recuperar.

domingo, 6 de junho de 2010

Israel matou ativistas à queima roupa

No assalto à chamada Flotilha da Liberdade, Israel matou nove ativistas com tiros à queima-roupa, revelou o médico-legista turco que examinou os cadáveres. Cinco foram mortos com tiros na cabeça.

Um ativista grego contou a um jornal de seu país que um turco foi morto com um tiro na testa porque coordenava o sistema de transmissão de imagens do ataque via Internet.

"Apesar da guerra eletrônica, meia hora depois do ataque, o navio Mavi Marmara continuava enviando imagens por um sistema hipermoderno que um ativista turco operava. Logo ele foi morto com um tiro na testa", declarou Dimitris Plionis.

Uma das prioridades de Israel era impedir a divulgação de imagens do ataque: "Os turcos tinham instalado centenas de câmeras para transmitir imagens sem parar. Quando o operador foi assassinado, o sistema parou".

Plionis acrescentou ainda que os soldados israelenses "bateram muito nos jornalistas presentes a bordo, quebraram todas as câmeras, computadores e telefones".