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terça-feira, 16 de julho de 2019

Documento revela presença de armas nucleares dos EUA na Europa

Um documento divulgado por engano mostrou que os Estados Unidos mantêm 150 armas nucleares na Europa, em países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), a aliança militar ocidental. E a Coreia do Norte ameaça reiniciar os testes nucleares e de mísseis de longo alcance.  

A ditadura comunista da Coreia do Norte advertiu hoje que as manobras militares conjuntas dos Estados Unidos com a Coreia do Sul prejudicam as negociações de desarmamento – e indicou que pode responder retomando os testes nucleares e de mísseis de longo alcance. 

Em nota, o Ministério do Exterior norte-coreano acusou os Estados Unidos de violar o espírito das negociações iniciadas em 12 de junho do ano passado em Cingapura entre o presidente Donald Trump e o ditador Kim Jong Un. 

Depois daquele encontro, Trump suspendeu as manobras para não provocar o regime stalinista de Pyongyang, que parou de testar bombas atômicas e mísseis capazes de atingir o território continental dos Estados Unidos. 

O último teste nuclear norte-coreano foi realizado em setembro de 2017 e o último teste de mísseis de longo alcance, capazes de atingir os Estados Unidos, foi em novembro de 2017, quando Kim e Trump trocavam ameaças de começar uma guerra nuclear. Meu comentário:

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Ex-chanceler soviético Chevardnadze morre aos 86 anos

O ministro do Exterior da União Soviética da era Mikhail Gorbachev, Eduard Chevardnadze, que presidiu a Geórgia depois do fim da URSS, morreu hoje aos 86 anos, informou sua família.

Chevardnadze foi um dos principais negociadores do degelo na Guerra Fria entre EUA e URSS, especialmente dos acordos para reduzir os arsenais nucleares das duas superpotências. De 1972 a 1985, foi primeiro-secretário e líder do Partido Comunista da Geórgia.

Com a ascensão ao poder de Gorbachev, em 11 de março de 1985, Chevardnadze foi nomeado ministro do Exterior, cargo que ocupou até o fim da URSS, com uma interrupção de dezembro de 1990 a novembro de 1991. Depois do líder, foi o principal formulador da política externa durante a abertura política soviética.

Diante da dissolução da URSS, Chevardnadze voltou à Geórgia, onde foi presidente do Parlamento e, a partir de 1995, presidente do país. Seu governo foi marcado por denúncias de corrupção e favoritismo.

A forte suspeita de fraude nas eleições parlamentares de 2 de novembro de 2003 levou à chamada Revolução Rosa. Os protestos começaram em 22 de novembro, quando o novo Parlamento se reuniu. No dia seguinte, Chevardnadze renunciou.