Pela primeira vez desde que a milícia Estado Islâmico do Iraque e do Levante tomou a segunda maior cidade do Iraque, Mossul, em 10 de junho de 2014, um grupo de mulheres protestou ontem contra as práticas da organização terrorista. Doze manifestantes foram fuziladas e outras presas, informou o presidente do Partido Democrático do Curdistão em Mossul, Said Mamozini.
No campo de batalha, depois de horas de combate, o Exército do Iraque e milícias aliadas reassumiram o controle de Awsajah, a sudeste de Mossul.
"Um amplo ataque vindo de duas direções foi realizado pela liberar Al Awsajah, com apoio aéreo da coligação liderada pelos Estados Unidos", relatou o porta-voz militar iraquiano Amin Chekhani. "Durante a operação, oito soldados foram feridos, mas as forças continuaram avançando até libertar a região dos combatentes do Estado Islâmico."
O porta-voz militar do Iraque acrescentou que a vila estava praticamente vazia quando o ataque começou ontem. Os moradores fugiram nos dias anteriores ao ataque. Pelo menos 20 rebeldes morreram na operação.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
Mostrando postagens com marcador Partido Democrático do Curdistão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Partido Democrático do Curdistão. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 19 de julho de 2016
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Estado Islâmico executa jornalista curdo
A milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante executou o jornalista curdo Muhannad Akidi ao sul da cidade de Mossul, no Iraque, anunciou o Partido Democrático do Curdistão, citado pela agência de notícias russa RIA Novosti.
O Estado Islâmico, notório pela violência, matou recentemente o jornalista americano James Foley e o americano-israelense Steven Sotloff. Não vê os jornalistas como neutros, mas como inimigos.
O Estado Islâmico, notório pela violência, matou recentemente o jornalista americano James Foley e o americano-israelense Steven Sotloff. Não vê os jornalistas como neutros, mas como inimigos.
Assinar:
Comentários (Atom)