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quinta-feira, 9 de maio de 2019

Coreia do Norte testa mais dois mísseis de curto alcance

Em mais uma provocação diante da estagnação das negociações de desarmamento com os Estados Unidos, a Coreia do Norte testou hoje dois mísseis lançados de Kusong. 

Os foguetes teleguiados atingiram uma altitude de 50 quilômetros e caíram no Mar do Japão, o primeiro a uma distância de 420 quilômetros e o segundo, de 270 km.

O segundo teste em uma semana coincide com a visita do representante especial dos EUA para a Coreia do Norte, Stephen Biegun, à Coreia do Sul. É um sinal claro do descontentamento do regime comunista de Pyongyang com o estado atual das negociações com Washington.

A ditadura de Kim Jong Un mantém a moratória de testes nucleares e de mísseis de médio e longo alcances, mas as negociações de desarmamento nuclear estão paradas desde o fracasso do segundo encontro de cúpula entre Kim e o presidente Donald Trump, em 27 e 28 de fevereiro de 2019, em Hanói, no Vietnã.

Biegun teve hoje os primeiros encontros com autoridades da Coreia do Sul. Mais tarde, o presidente Moon Jae In deu uma entrevista para marcar o início de seu terceiro ano de governo e fez um apelo para um quarto encontro de cúpula com Kim.

O regime stalinista norte-coreano não realizava testes de mísseis desde novembro de 2017. As experiências de 4 de maio foram consideradas "testes de projéteis".

sábado, 15 de outubro de 2016

Teste de míssil da Coreia do Norte fracassa

O regime comunista da Coreia do Norte lançou hoje um míssil balístico de médio alcance de uma base próxima da cidade de Kusong, no Noroeste do país, mas o teste fracassou, anunciou o Departamento da Defesa dos Estados Unidos, citado pela agência Reuters.

Os EUA condenaram o teste e reafirmaram o compromisso com a defesa de seus aliados no Leste da Ásia, o Japão e a Coreia do Sul. O Pentágono observou que este míssil não ameaça a América do Norte.

Como parte de sua chantagem atômica, o governo de Pionguiangue, o último regime stalinista, tenta desenvolver armas nucleares e mísseis para transportá-las. Sob a liderança do jovem e inexperiente Kim Jong Un, esse processo se acelerou.

A Coreia do Norte já fez cinco testes nucleares, sendo dois em 2016. Os testes fracassados se repetem, mas o conhecimento acumulado vai levar inevitavelmente ao deenvolvimento de tecnologia de mísseis.

O então presidente George W. Bush colocou Iraque, Irã e Coreia do Norte num suposto "eixo do mal" e invadiu o Iraque. Os outros dois países aceleraram seus programas nucleares. Sabem que se um dia tiverem de enfrentar os EUA não será com armas convencionais.

Com sua política de evitar e confronto direto e evitar o uso da força, o governo Barack Obama não tem resposta ao desafio nuclear norte-coreano. É uma bomba atômica que deixa para o sucessor.

Durante a campanha eleitoral americana, o candidato do Partido Republicano, o bilionário Donald Trump, prometeu pressionar a China a forçar sua aliada Coreia do Norte a abrir mão das armas atômicas. Mas a questão norte-coreana é uma carta na manga do regime comunista chinês para negociações difíceis com os EUA. Nada indica que a China abra mão desta carta.