A agência nacional de avião civil dos Estados Unidos (FAA, Federal aviation Administration) estendeu por mais 24 horas a proibição de que companhias aéreas americanas voem de ou para o aeroporto internacional Ben Gurion, próximo a Telavive, a maior cidade de Israel.
A proibição foi adotada ontem, depois de um foguete palestino caiu a poucos quilômetros da pista na guerra de Israel contra o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 23 de julho de 2014
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Europa também proíbe voos do Boeing 787
A exemplo dos Estados Unidos, a Agência Europeia de Segurança da Aviação (AESA) proibiu os voos e ordenou uma revisão dos aviões Boeing 787 depois de uma série de incidentes com a aeronave nos últimos dias.
Ontem, a Administração Federal de Aviação (FAA, do inglês), o órgão regulador da aviação civil nos EUA, tinha tomado a mesma medida, exigindo solução para o problema de superaquecimento das baterias do 787, também conhecido como Dreamliner.
No momento, na União Europeia, só a companhia aérea polonesa Lot usa o Boeing 787.
Ontem, a Administração Federal de Aviação (FAA, do inglês), o órgão regulador da aviação civil nos EUA, tinha tomado a mesma medida, exigindo solução para o problema de superaquecimento das baterias do 787, também conhecido como Dreamliner.
No momento, na União Europeia, só a companhia aérea polonesa Lot usa o Boeing 787.
EUA proíbem voos de Boeing 787
A Administração Federal de Aviação (FAA), órgão regulador da aviação civil nos Estados Unidos, proibiu ontem os voos do Boeing 787, também chamado de Dreamliner, último lançamento da fábrica americana. A medida afeta apenas seis aviões da companhia American Airlines.
Os reguladores identificaram problemas nas baterias similares às de telefones celulares mas de tamanhos muito maiores necessárias para manter os equipamentos elétricos funcionando em caso de problemas nas turbinas.
Desde a semana passada, houve quatro problemas com Boeings 787. O calor gerado pela bateria foi considerado suficiente para derreter a fuselagem do avião. Duas companhias aéreas do Japão tinham cancelado na terça-feira suas viagens com o Dreamliner.
Os reguladores identificaram problemas nas baterias similares às de telefones celulares mas de tamanhos muito maiores necessárias para manter os equipamentos elétricos funcionando em caso de problemas nas turbinas.
Desde a semana passada, houve quatro problemas com Boeings 787. O calor gerado pela bateria foi considerado suficiente para derreter a fuselagem do avião. Duas companhias aéreas do Japão tinham cancelado na terça-feira suas viagens com o Dreamliner.
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