CAMBRIDGE, EUA - O ditador Mahmoud Ahmadinejad insiste que o programa nuclear do Irã tens fins exclusivamente pacífico, mas os vizinhos árabes da região do Golfo Pérsico não estão convencidos. Estão comprando US$ 123 bilhões em armas dos Estados Unidos.
A maior compra é da Arábia Saudita, no valor de US$ 67 bilhões, mais da metade do total.
Na opinião do analista Anthony Cordesman, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, com sede em Washington, "os EUA estão montando uma estrutura pós-guerra do Iraque que garanta o fluxo das exportações de energia para movimentar a economia global".
O governo saudita vai receber 85 novos jatos F-15 e terá outros 70 modernizados. A mensagem para a república dos aiatolás é clara, observou um estrategista saudita: "Temos total superioridade aérea."
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
EUA tiram do ar centenas de F-15s
A Força Aérea dos Estados Unidos retirou de circulação centenas de caças a jato F-15 por causa de problemas estruturais, reduzindo significativamente o número de aviões disponíveis para a defesa do país.
Quando um dos caças se partiu durante um combate aéreo simuluado, em novembro, o comando da Força Aérea mandou inspecionar em solo toda a frota de F-15s, cerca de 700 aviões ao todo.
As novas versões foram autorizadas a retomar seus vôos em seguida. Mas 440 modelos antigos de F-15 continuam em terra, fora de serviço.
"Muitos não voarão mais", admite um oficial da Aeronáutica dos EUA.
Leia mais no jornal Los Angeles Times.
Quando um dos caças se partiu durante um combate aéreo simuluado, em novembro, o comando da Força Aérea mandou inspecionar em solo toda a frota de F-15s, cerca de 700 aviões ao todo.
As novas versões foram autorizadas a retomar seus vôos em seguida. Mas 440 modelos antigos de F-15 continuam em terra, fora de serviço.
"Muitos não voarão mais", admite um oficial da Aeronáutica dos EUA.
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