Com a crise na Europa, o Brasil deve superar o Reino Unido e se tornar a sexta maior economia do mundo em 2011. Mas, em desenvolvimento humano, que considera indicadores sociais, de saúde, educação, meio ambiente e distribuição da riqueza, o país está em 84º lugar num ranking divulgado hoje pelas Nações Unidas.
O índice de desenvolvimento humano é resultado do Relatório Brundtland: Nosso Furuto Comum, que foi publicado em 1987 e introduziu o conceito de desenvolvimento sustentável, aquele que não compromete o bem-estar das futuras gerações. Seu nome é o da principal relatora, a ex-primeira-ministra da Noruega Gro Harlem Brundtland.
Desde 1990, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) divulga anualmente o Relatório de Desenvolvimento Humano e um ranking. Neste ano, entre 187 países, a Noruega ficou em primeiro lugar, seguida por Austrália, Holanda e Estados Unidos, e a República Democrática do Congo, em último.
O Brasil ficou atrás de países como Casaquistão, Cuba e Líbia, e abaixo da média na América Latina. É superado por todos os países do Cone Sul do continente: Uruguai, Argentina e Chile.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
sábado, 10 de novembro de 2007
Alta do petróleo transfere trilhões
O aumento impressionante nos preços do barril de petróleo, que caíram para cerca de US$ 10 depois da crise asiática e agora se aproximam de US$ 100, obriga os países consumidores a pagarem US$ 4 bilhões a US$ 5 bilhões a mais por dia do que cinco anos atrás.
Só neste ano, os países exportadores e as companhias petrolíferas vão ganhar US$ 2 trilhões.
Leia mais no jornal americano The Washington Post.
Só neste ano, os países exportadores e as companhias petrolíferas vão ganhar US$ 2 trilhões.
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