Um surto do vírus ebola, um dos mais mortais, iniciado nas florestas do interior da Guiné, perto das fronteiras com a Libéria e Serra Leoa, chegou à capital desse país do Oeste da África.
Treze casos foram notificados em Conacri, uma cidade densamente povoada de 2 milhões de habitantes onde há alto risco de transmissão da doença.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 2 de abril de 2014
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Governo da Guiné se rende aos golpistas
O primeiro-ministro da Guiné, Ahmed Tidiane Souaré, e vários ministros de seu governo se entregaram hoje na capital, Conacri, aos militares que deram um golpe de Estado depois da morte do presidente Lansana Conté, na segunda-feira, 22 de dezembro de 2008.
Na terça-feira, quando estava escondido, Souaré telefonou para os meios de comunicação declarando ter o controle da situação. Ele fez apelos à sociedade internacional para que impedisse a concretização do golpe militar.
Ontem, o líder golpista, capitão Moussa Dadis Camara, foi eleito líder de uma junta militar de 32 membros que na terça-feira suspendeu a Constituição e declarou que o governo já não tinha mais autoridade sobre o país.
"Não tenho a ambição de ser candidato a presidente", disse Camara à Rádio França Internacional. "Nunca tive ambição pelo poder". Veremos
Na terça-feira, quando estava escondido, Souaré telefonou para os meios de comunicação declarando ter o controle da situação. Ele fez apelos à sociedade internacional para que impedisse a concretização do golpe militar.
Ontem, o líder golpista, capitão Moussa Dadis Camara, foi eleito líder de uma junta militar de 32 membros que na terça-feira suspendeu a Constituição e declarou que o governo já não tinha mais autoridade sobre o país.
"Não tenho a ambição de ser candidato a presidente", disse Camara à Rádio França Internacional. "Nunca tive ambição pelo poder". Veremos
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