Guerrilheiros da minoria curda estão próximos de assumir o controle total de cidade de Al-Hassaka, na Síria, atacada no mês passado pela milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, noticiou hoje a agência Reuters citando com fonte milicianos curdos.
Al-Hassaka está sendo disputada por forças da ditadura de Bachar Assad e milícias curdas. Se os guerrilheiros curdos apoiados pelos Estados Unidos conquistarem totalmente a cidade, será um duro golpe para o regime sírio.
Os curdos acusam o governo de Damasco de não proteger a cidade dos extremistas muçulmanos.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 20 de julho de 2015
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Estado Islâmico explode caminhões-bomba na Síria
A milícia extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante explodiu mais de 12 caminhões-bomba nos últimos cinco dias em postos de controle militar do governo da Síria ao redor da cidade de Al-Hassaka, noticiou hoje a agência Reuters citando como fonte o prefeito local.
Apesar da intensidade do ataque, a ditadura de Bachar Assad mantém o controle da cidade, mas o Estado Islâmico avançou cerca de 500 metros na entrada sul de Hassaka, revelou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental ligada à oposição laica que monitora a guerra civil na Síria.
Apesar da intensidade do ataque, a ditadura de Bachar Assad mantém o controle da cidade, mas o Estado Islâmico avançou cerca de 500 metros na entrada sul de Hassaka, revelou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental ligada à oposição laica que monitora a guerra civil na Síria.
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