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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Desastres naturais podem custar US$ 100 trilhões por ano

Com o aquecimento global, os fenômenos climáticos extremos estão se tornando mais frequentes e mais intensos, elevando a estimativa de custo dos desastres naturais de US$ 10 bilhões a US$ 40 bilhões por ano hoje para US$ 100 trilhões por ano até o fim do século 21, ou 9% do produto mundial bruto, indica um estudo divulgado na revista inglesa The Ecologist.

De acordo com a pesquisa divulgada nos Proceedings of the National Academy of Sciences dos EUA, os efeitos das catástrofes naturais poderão ser neutralizadas pela construção de defesas como diques, especialmente nas zonas costeiras.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Pequena redução nas chuvas abalou civilização maia

O colapso dos maias, uma das três grandes civilizações pré-clolombianas da América, foi causada por uma redução relativamente pequena na quantidade de chuvas na América Central e no Sul do México, indica um novo estudo realizado pela Universidade de Southampton, na Inglaterra.

"Nossos dados mostram uma pequena redução nas chuvas entre o auge do período maia clássico e seu colapso, de 800 a 950 depois de Cristo", diz o professor Eelco Rohling, da Universidade de Southampton, chefe da equipe junto com o professor Martín Medina-Elizalde, do Centro de Pesquisa Científica de Yucatan, no México.

Pesquisas anteriores atribuíam a decadência maia a problemas ambientais que teriam reduzido a produtividade da agricultura tropical. O colapso está sendo estudado, entre outras razões, para tentar entender o impacto que o aquecimento global terá sobre a escassez de água e a produção de alimentos.

"As reduções na precipitação anual foram de apenas 25% a 40%, mas foram suficientes para que a evaporação fosse maior do que a chuva, reduzindo rapidamente a quantidade de água disponível", acrescenta Rohling. "Os dados indicam que a principal causa foi a diminuição das tempestades de verão".