O governo do Peru espera um crescimento de 4,2% em 2015 e de 5,5% em 2016, revelou uma revisão Marco Macroeconômico Multianual (2015-17) publicada nesta semana pelo Ministério das Finanças. É no momento a economia que mais cresce na América Latina.
Com a desaceleração da economia mundial, os investimentos das empresas em capital fixo deve avançar 3,1% neste ano, menos da metade dos 6,4% previstos na sondagem anterior, de agosto de 2014. A expansão dos gastos públicos também foi reduzida, de 6,2% para 3,1%. E as exportações devem crescer 2,7% em 2015, bem menos do que os 6,5% esperados em agosto passado.
O déficit orçamentário deve ser de 2% do produto interno bruto, em vez do 0,4% do relatório anterior. O déficit em conta corrente deve ficar em 4,6% do PIB.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 5 de maio de 2015
sábado, 30 de agosto de 2014
Índia cresce em ritmo de 5,7% ao ano
A Índia, terceira maior economia da Ásia depois da China e do Japão, cresceu 5,7% no segundo trimestre de 2014 em relação ao mesmo período no ano passado. É o ritmo de expansão mais forte em dois anos. No trimestre anterior, a alta tinha sido de 4,6%.
O setor manufatureiro foi destaque, com crescimento de 3,5%, e a mineração avançou 2,1%. O déficit em conta corrente caiu para 1,7% do produto interno bruto, informa o jornal The New York Times.
A infraestrutura deficiente, a burocracia e as altas de juros promovidas pelo Banco da Reserva da Índia para conter a inflação foram apontados como principais entraves a um crescimento maior.
Com a eleição em maio do primeiro-ministro nacionalista Narendra Modi, havia uma expectativa de crescimento maior, mas os analistas consideram cedo para atribuir a melhora da economia ao novo governo.
O setor manufatureiro foi destaque, com crescimento de 3,5%, e a mineração avançou 2,1%. O déficit em conta corrente caiu para 1,7% do produto interno bruto, informa o jornal The New York Times.
A infraestrutura deficiente, a burocracia e as altas de juros promovidas pelo Banco da Reserva da Índia para conter a inflação foram apontados como principais entraves a um crescimento maior.
Com a eleição em maio do primeiro-ministro nacionalista Narendra Modi, havia uma expectativa de crescimento maior, mas os analistas consideram cedo para atribuir a melhora da economia ao novo governo.
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