Com o apoio da Força Aérea dos Estados Unidos, os peshmerga (guerrilheiros curdos) retomaram hoje a usina hidrelétrica de Mossul, a maior do Norte do Iraque, que estava há duas semanas sob o controle dos rebeldes da milícia extremista muçulmana Estado Islâmico do Iraque e do Levante, informou em Bagdá um porta-voz militar iraquiano.
Os combates continuam nos arredores da barragem. No último fim de semana, os peshmerga retomaram várias vilas. O Estado Islâmico começa a recuar.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
Mostrando postagens com marcador contraofensiva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador contraofensiva. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Ucrânia lança operação para retomar cidade
O governo provisório da Ucrânia lançou hoje uma contraofensiva para tentar desalojar os milicianos russos que tomaram prédios em Slaviansk, no Leste do país, arriscando-se a sofrer uma intervenção militar direta da Rússia.
Neste momento, vários helicópteros de combate ucranianos estão atacando russos e rebeldes.
Em conversa telefônica com a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, exigiu a retirada das tropas do Exército da Ucrânia do Leste do país, mais uma intimidação ao governo provisório ucraniano, que o Kremlin não reconhece.
Neste momento, vários helicópteros de combate ucranianos estão atacando russos e rebeldes.
Em conversa telefônica com a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, exigiu a retirada das tropas do Exército da Ucrânia do Leste do país, mais uma intimidação ao governo provisório ucraniano, que o Kremlin não reconhece.
Assinar:
Comentários (Atom)