Uma célula da rede terrorista Al Caeda na ilha da Sardenha planejava atacar o Vaticano, revelou uma escuta telefônica feita pelas autoridades da Itália, revelou hoje a agência de notícias italiana ANSA. Dezoito suspeitos foram presos.
A polícia lançou uma grande operação contra o grupo em toda a Itália. Os suspeitos, a maioria de origem paquistanesa, foram caçados em sete províncias italianas. Um terrorista suicida se infiltraria na Santa Sé para se detonar em meio à multidão de visitantes e assim matar muita gente.
Com a ascensão do Estado Islâmico do Iraque e do Levante, Al Caeda tem sua posição de líder do movimento desafiada. Mais do que uma milícia ou grupo terrorista, o Estado Islâmico pretende ser um Estado Nacional. Em junho de 2014, seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi proclamou a fundação de um califado fundamentalista muçulmano.
Nesta competição, os grupos terroristas tentam fazer ataques espetaculares contra alvos ocidentais para se mostrar mais fortes e poderosos do que o outro, recrutar mais voluntários e arrecadar mais dinheiro.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 24 de abril de 2015
domingo, 4 de janeiro de 2015
Israel prende na Cisjordânia suspeitos de pertencer ao Estado Islâmico
As forças de segurança de Israel e o serviço secreto Shin Bet prenderam três palestinos em Hebron em novembro de 2014, sob a acusação de planejar atentados terroristas e tentar criar uma célula do Estado Islâmico do Iraque e do Levante na Cisjordânia ocupada, revelou hoje o Shin Bet, citado pela agência oficial de notícias chinesa Nova China.
Os três já haviam realizado um atentado a bomba contra soldados israelenses, mas ninguém saiu ferido desse ataque. A célula terrorista também pretendia atingir alvos da Autoridade Nacional Palestina (ANP).
Um dos réus é Mohamed Zaro, denunciado duas semanas atrás por um tribunal militar da Judeia por atividades ilícitas e pertencer a um grupo ilegal: "O suspeito conspirou para criar uma célula do EIIL com a intenção de adquirir armas para atacar o Estado de Israel e a ANP", alega a acusação.
Dois outros membros do Estado Islâmico devem ser denunciados nos próximos dias. No interrogatório, um deles admitiu ter fabricado uma bomba e jogado numa patrulha militar israelense. Outro plano era matar um soldado de Israel, roubar sua farda e arma para fazer um ataque a tiros.
Os três já haviam realizado um atentado a bomba contra soldados israelenses, mas ninguém saiu ferido desse ataque. A célula terrorista também pretendia atingir alvos da Autoridade Nacional Palestina (ANP).
Um dos réus é Mohamed Zaro, denunciado duas semanas atrás por um tribunal militar da Judeia por atividades ilícitas e pertencer a um grupo ilegal: "O suspeito conspirou para criar uma célula do EIIL com a intenção de adquirir armas para atacar o Estado de Israel e a ANP", alega a acusação.
Dois outros membros do Estado Islâmico devem ser denunciados nos próximos dias. No interrogatório, um deles admitiu ter fabricado uma bomba e jogado numa patrulha militar israelense. Outro plano era matar um soldado de Israel, roubar sua farda e arma para fazer um ataque a tiros.
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