Mostrando postagens com marcador Tratado sobre Forças Convencionais na Europa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tratado sobre Forças Convencionais na Europa. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de março de 2015

Rússia abandona Tratado sobre Forças Convencionais na Europa

Em mais um sinal de hostilidade em relação ao Ocidente, a Rússia anunciou hoje que não vai mais participar do grupo consultivo do Tratado sobre Forças Convencionais na Europa, noticiou a agência Reuters. Na prática, isso significa a ruptura do acordo assinado em 1990, no fim da Guerra Fria, para limitar a presença de forças não nucleares no continente.

De acordo com o tratado assinando em 19 de novembro de 1990 em Paris pelos então 16 países-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e os seis do Pacto de Varsóvia, cada lado poderia ter no máximo:
• 20 mil tanques;
• 20 mil peças de artilharia;
• 30 mil veículos de combate blindados;
• 6,8 mil aviões de combate; e
• 2 mil helicópteros de ataque.

Para limitar ainda mais o uso de armas convencionais na Europa, o tratado fixou outros limites para o número de equipamentos disponíveis em unidades militares ativas de cada lado:
• 16,5 mil tanques;
• 17 mil peças de artilharia; e
• 27,3 mil veículos de combate blindados.

Todas as forças navais baseadas no mar foram excluídas do acordo.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Putin abandona tratado do fim da Guerra Fria

O presidente Vladimir Putin sancionou ontem o projeto de lei que tira a Rússia do Tratado sobre Forças Convencionais na Europa (1990), um dos marcos do fim da Guerra Fria.

A Rússia alega que a instalação de estações de rastreamento e interceptadores de mísseis na Polônia e na República Tcheca, como parte do sistema de defesa antimísseis dos Estados Unidos, é um risco à sua segurança. Putin ameaça ainda instalar mísseis nucleares de curto e médio alcances apontados contra a Europa.

domingo, 15 de julho de 2007

Rússia abandona tratado de forças convencionais

O presidente Vladimir Putin assinou o decreto que desobriga a Rússia de cumprir o Tratado sobre Forças Convencionais na Europa (CFE), de 1990, um dos importantes acordos internacionais que marcaram o final da Guerra Fria, limitando o número de tropas e tanques que os países podem manter entre o Oceano Atlântico e os Montes Urais.

Em nota, o Kremlin justificou a decisão por causa das "circunstâncias extraordinárias que afetam a segurança da Federação Russa e exigem a adoção de medidas inadiáveis".

Numa tentativa de recuperar o status de superpotência perdido com o fim da União Soviética, Putin resolveu, entre outras coisas, endurecer sua posição contra a expansão da Organização do Tratado do Atlântico (OTAN), a aliança militar liderada pelos Estados Unidos.

Putin reage ao chamado programa Guerra nas Estrelas 2, que pretende instalar uma rede de defesas antísseis cobrindo todo o planeta.