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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Média de casos novos por dia está perto do recorde na pandemia

 O Brasil notificou nesta segunda-fieira mais 162 mortes e 76.345 diagnósticos positivos da doença do coronavírus de 2019. Soma 23.093.297 casos confirmados e 621.261 vidas perdidas na pandemia.

 A média diária de casos novos dos últimos sete dias avançou 662% em duas semanas para 75.253. O recorde até agora foi 77.295, em 23 de junho de 2021. A média diária de mortes cresceu 66% em duas semanas para 160.

Em pesquisa do Instituto DataFolha, 82% foram a favor da vacinação infantil e 81% foram a favor da exigência de um certificado de vacina para entrar em locais fechados. Alguns estados, municípios e empresas exigem comprovante de vacina, mas o presidente Jair Bolsonaro é contra.

No mundo, já são 330.382.378 casos confirmados e 5.544.757 mortes. Cerca de 269 milhões de pacientes se recuperaram, mais de um 60 milhões enfrentam casos leves ou médios e 96.146 estão em estado grave. 

Ao falar numa reunião virtual no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, o Dr. Anthony Fauci, principal assessor médico da Casa Branca na pandemia, considerou cedo demais para prever qual será o impacto da ultracontagiosa variante ômicron no curso da pandemia. 

A previsão otimista de que ajudaria a chegar à imunidade coletiva ao infectar muita gente, tendo um efeito vacinal, só vai acontecer se não surgir outra variante capaz de iludir as vacinas e a imunidade natural conferida pela ômicron.

Os Estados Unidos registraram 771.722 casos e 709 mortes, com subnotificação por causa do feriado em homenagem ao líder negro Martin Luther King Jr. É o país com o maior número de casos confirmados (66.391.423) e de mortes (851.449) na pandemia. 

A média diária de casos novos dos últimos sete dias cresceu 62% em duas semanas nos EUA para 790.553. O total de pacientes hospitalizados com covid-19 subiu 54% para 157.045. A média diária de mortes dos últimos sete dias também aumentou 54%, para 1.961.

Cerca de 92% dos pacientes de covid-19 que tomaram Paxlovid, o medicamento antiviral do laboratório Pfizer contra o coronavírus, melhoraram bastante em três dias. 

A conclusão é de um estudo realizado pelo segundo maior plano de saúde de Israel; 60% passaram a se sentir melhor no primeiro dia de tratamento com o remédio, que deve começar em até três dias depois dos primeiros sintomas. Nos testes clínicos, o Paxlovid reduziu as hospitalizações e as mortes em 89%.

Mais de 9,68 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo. Mais de 4,72 bilhões de pessoas, quase 60% da população mundial, tomaram ao menos uma dose, mas só 9,5% nos países pobres.

A China lidera a vacinação com 2,93 bilhões de doses aplicadas e 87% plenamente vacinados, seguida pela Índia, com 1,57 bilhão e 47,5% plenamente vacinados, e pelos EUA, com 540 milhões de doses e 62,8% plenamente vacinados.

Hoje faz um ano que começou a vacinação no Brasil, quarto país que mais vacinou em números absolutos. O país deu a primeira dose a 162,2 milhões de pessoas, 147,3 milhões (69% da população brasileira) completaram a vacinação e 35,68 milhões (16,73%) tomaram a dose de reforço.

O governo chinês anunciou que não vai haver venda de ingressos ao público na Olimpíada de Inverno de 2022, a ser realizada de 4 a 20 de fevereiro em Beijim. A capital chinesa registrou o primeiro caso da variante ômicron.

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Pfizer anuncia remédio anticovid-19 com 89% de eficácia

 O laboratório Pfizer anunciou hoje que um novo medicamento antiviral, o Paxlovid, reduziu o risco de casos graves e mortes pela doença do coronavírus de 2019 em 89% nos testes clínicos. 

A Pfizer pretende pedir em breve a aprovação da agência federal de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA). 

É o segundo tratamento por via oral contra a covid-19, depois do mulnopiravir, do laboratório Merck, já aprovado pelo órgão regulador do Reino Unido.

Nesta sexta-feira, o Brasil notificou mais 397 mortes e 14.705 diagnósticos positivos de covid-19. Desde o início da pandemia, são 21.861.282 casos confirmados e 609.112 vidas perdidas. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 32% em duas semanas para 230. Há três dias, está abaixo de 250. A média diária de casos novos dos últimos sete dias baixou 20% para 9.332.

No mundo, já são 249.463.746 casos confirmados e 5.042.829 mortes. Mais de 226 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 18 milhões enfrentam casos suaves ou médios e 75.857 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 92.567 casos e 2.459 mortes na sexta-feira. A média diária de casos novos dos últimos sete dias recuou 3% em duas semanas para 71.617, enquanto a média diária de mortes dos últimos sete dias diminuiu 20% para 1.206. O país tem o maior número de casos confirmados (46.451.740) e de mortes (754.173).

A Índia relatou mais 10.929 casos e 392 mortes na sexta-feira. É o segundo país em número de casos confirmados (34.344.683) e o terceiro em número de mortes (460.2650.

Com mais de 7,23 bilhões de doses de vacinas aplicadas, a metade da população mundial tomou ao menos uma dose, mas só 4,1% nos países pobres.

A China lidera a vacinação com mais de 2,3 bilhões de doses aplicadas, seguida pela Índia (1,079 bilhão), a União Europeia (593,4 milhões) e os EUA.

O Brasil deu a primeira dose a 155,41 milhões de pessoas, 118,8 milhões (55,7% da população brasileira) completaram a vacinação e 9.527.895 tomaram a dose de reforço. Meu comentário: