A milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante anunciou hoje que a única refém americana sequestrada pelo grupo foi morta num bombardeio da Força Aérea da Jordânia. Kayla Mueller, de 26 anos, do estado do Arizona, foi capturada pelos jihadistas em agosto de 2013.
O Departamento da Defesa dos Estados Unidos declarou não ter qualquer prova da alegação dos terroristas. Nos últimos meses, o governo americano não teve nenhuma informação sobre a refém.
A Jordânia intensificou os bombardeios aéreos nesta semana, depois que o Estado Islâmico divulgou um vídeo mostrando a execução do piloto jordaniano Muaz al-Kasseasbeh, queimado vivo numa jaula.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Turquia veta uso de base aérea pelos EUA
O governo da Turquia rejeitou o pedido dos Estados Unidos para que aviões Osprey-22 sejam estacionados numa base aérea próxima à fronteira da Síria para serem usados na guerra contra o Estado Islâmico do Iraque e do Levante, revelou hoje o jornal americano The Wall St. Journal.
Ontem, foi revelado que os Emirados Árabes Unidos não participam dos bombardeios aéreos liderados pelos EUA desde que o piloto jordaniano Muaz al-Kasseasbeh foi capturado pelo Estado Islâmico, na véspera do Natal. Desde então, os Emirados exigem a presença do Osprey, utilizado em resgate de pilotos em território inimigo.
Hoje a Força Aérea da Jordânia realizou ataques que mataram 55 milicianos do Estado Islâmico, inclusive um comandante, noticiou a televisão saudita Al Arabiya.
Ontem, foi revelado que os Emirados Árabes Unidos não participam dos bombardeios aéreos liderados pelos EUA desde que o piloto jordaniano Muaz al-Kasseasbeh foi capturado pelo Estado Islâmico, na véspera do Natal. Desde então, os Emirados exigem a presença do Osprey, utilizado em resgate de pilotos em território inimigo.
Hoje a Força Aérea da Jordânia realizou ataques que mataram 55 milicianos do Estado Islâmico, inclusive um comandante, noticiou a televisão saudita Al Arabiya.
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