A milícia extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante está disposta a troca o piloto da Força Aérea da Jordânia capturado há dois dias por milicianos do grupo presos, declarou o líder jihadista Mohamad al-Chalabi.
O avião de Muad al-Kassasbah caiu perto de Rakka, a capital dos rebeldes, no Norte da Síria, na véspera do Natal. Os terroristas disseram que foi abatido, mas os Estados Unidos não confirmaram, sugerindo que o aparelho teve problemas mecânicos.
Embora a Jordânia faça parte da coalizão liderada pelos EUA que faz uma guerra aérea contra o EI, Al-Chalabi afirmou que a milícia não tem interesse em atacar a Jordânia.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Estado Islâmico captura piloto da Jordânia
Um avião da Força Aérea da Jordânia, parte da aliança liderada pelos Estados Unidos para combater o Estado Islâmico do Iraque e do Levante, caiu perto da cidade de Rakka, na Síria, a capital dos rebeldes. O piloto foi capturado, noticiou o jornal inglês The Guardian.
O F-16 jordaniano é a primeira perda em mais de três meses da guerra aérea movida pelos EUA. Ontem, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, ligado à oposição, anunciou em Londres que mais de 1,1 mil milicianos foram mortos nos bombardeios. O comando militar americano negou que o aparelho tenha sido abatido.
Em imagens divulgadas na Internet, o piloto aparece cercado de milicianos, a maioria mascarados, nu da cintura para baixo, depois de ser retirado de um lago. Ele foi identificado como o tenente Muad al-Kassasbeh e apresentado como refém. A Jordânia confirmou sua prisão.
O F-16 jordaniano é a primeira perda em mais de três meses da guerra aérea movida pelos EUA. Ontem, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, ligado à oposição, anunciou em Londres que mais de 1,1 mil milicianos foram mortos nos bombardeios. O comando militar americano negou que o aparelho tenha sido abatido.
Em imagens divulgadas na Internet, o piloto aparece cercado de milicianos, a maioria mascarados, nu da cintura para baixo, depois de ser retirado de um lago. Ele foi identificado como o tenente Muad al-Kassasbeh e apresentado como refém. A Jordânia confirmou sua prisão.
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