Por 5-4, a maioria conservadora da Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu hoje que empresas privadas podem optar por não pagar anticoncepcionais a seus empregados por motivos religiosos. Ao relatar o caso, o ministro Samuel Alito sustentou que uma companhia privada não pode ser forçada a pagar se seus proprietários tiverem objeções de consciência por causa de suas crenças religiosas
A ação judicial iniciada pela empresa Hobby Lobby Stores foi o primeiro desafio apresentado ao supremo tribunal americano à Lei do Tratamento de Saúde a Preço Acessível, base da reforma do governo Barack Obama para universalizar a cobertura de saúde nos EUA, desde 2012.
Naquele ano, a Suprema Corte decidiu que o governo federal pode criar um imposto para financiar a saúde pública, no caso, a obrigatoriedade de que os americanos tenham um seguro-saúde. Esse seguro é privado porque não haveria votos suficientes no Congresso dos EUA para uma estatização ainda que mínima do tratamento de saúde.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
Mostrando postagens com marcador Hobby Lobby Stores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hobby Lobby Stores. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)