A queda no produto interno bruto dos Estados Unidos no primeiro trimestre foi um pouco menor do que anunciado anteriormente: encolheu num ritmo de 5,5%, em vez dos 5,7% do cálculo inicial. Mas o número de novos pedidos de seguro-desemprego voltou a crescer na semana passada, indicando uma deterioração maior do mercado de trabalho.
Em depoimento na Comissão de Reforma e Supervisão do Governo, o presidente da Reserva Federal (Fed), o banco central americano, Ben Bernanke, negou ter ameaçado afastar a diretoria do Bank of America, se ela não concordasse com a compra do banco de investimentos Merrill Lynch.
Na reunião da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, em Paris, o representante comercial dos EUA, Ron Kirk, propôs negociações diretas com os principais parceiros comerciais para destravar a Rodada Doha de liberalização comercial da Organização Mundial do Comércio (OMC). O Brasil, a Índia e a África do Sul rejeitaram a proposta
A China rejeitou as acusações de protecionismo dos EUA e da União Europeia de que está limitando a exportação de produtos primários para proteger sua indústria e faz suas próprias denúncias de dumping à OMC.
Já o PIB da Irlanda vai encolher 13,5% até o final de 2010, prevê o FMI. A dívida dos bancos irlandeses vai chegar a 20% do PIB e o desemprego deve subir de 11,8% para 15,5%.
A siderúrgica Corus vai demitir 2 mil no Reino Unido e na Holanda.
O lucro da Nike caiu 30% no primeiro trimestre do ano e 21% em 12 meses. As novas encomendas caíram 12%.
No mercado financeiro, a maioria das bolsas da Ásia subiu, com alta no setor de alta tecnologia. Na Europa, a maioria das bolsas cedeu no fim do pregão, fechando em baixa. Nos EUA, a queda menor no PIB americano e o depoimento de Bernanke fizeram as bolsas de Nova York terem a maior alta em três semanas.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 25 de junho de 2009
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
Tata vence CSN na batalha pela Corus
O grupo indiano Tata comprou a companhia siderúrgica européia Corus por US$ 11,3 bilhões, vencendo a CSN brasileira. A Tata-Corus produzirão 25 milhões de toneladas de aço por ano, transformando-se na quinta maior empresa do setor. O grupo anglo-holandês Corus sofria com os custos de produção no mercado europeu.
A Comissão Européia, órgão executivo da União Européia, autorizara a aquisição, declarando que não prejudica a concorrência.
A Comissão Européia, órgão executivo da União Européia, autorizara a aquisição, declarando que não prejudica a concorrência.
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