Uma em cada duas espécies de árvores da Floresta Amazônica está ameaçada de desaparecer, adverte o consórcio internacional Rede de Diversidade das Árvores da Amazônia, do qual fazem parte 160 cientistas e o Instituto de Pesquisas para o Desenvolvimento, um órgão público da França.
De acordo com diferentes previsões sobre o desmatamento da Amazônia, de 36% a 57% das espécies de árvores da floresta correm perigo, cerca de 8,7 mil das 15 mil espécies registradas num primeiro inventário sobre a vida na Bacia Amazônica, publicado há dois anos. Entre elas, está a imponente castanheira.
Se essa mesma proporção de espécies ameaçadas for projetada para a escala planetária, são cerca de 40 mil espécies de árvores tropicais e 22% das espécies vegetais do planetas ameaçadas.
Os pesquisadores estimam que 20% da Floresta Amazônica foram destruídos desde 1970. Até 2050, a maior floresta tropical do planeta pode perder mais 30%.
A expectativa é que seja possível preservar a Amazônia em parques nacionais e reservas indígenas, mas é uma floresta tropical úmida assentada sobre um solo pobre. Se o desmatamento diminuir a massa de umidade que a floresta produz, talvez não possível sustentar a vida com a mesma exuberância.
Sem umidade abundante, a vegetação rasteira pode secar tornando-se combustível para incêndios florestais.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
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