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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Líder da Renamo deixa refúgio nas montanhas

O líder da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido de oposição de Moçambique, Afonso Dhlakama, deve deixar na quinta-feira seu refúgio na Serra da Gorongosa e ir a Maputo para se encontrar com o presidente Armando Guebuza, da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido que governa o país desde a independência, em 1975.

Durante o lançamento da campanha do partido para as eleições gerais de outubro, na cidade de Nampula, no Norte do país, Ivone Soares, sobrinha de Dhlakama e líder da Liga Jovem da Renamo, declarou ter encontrado o tio em Gorongosa, onde ele vive desde agosto de 2013. Ela confirmou o encontro dos dois líderes na próxima sexta-feira na capital moçambicana.

Ivone Soares foi até o refúgio de Dhlakama em companhia de três italianos, o vice-ministro para o Desenvolvimento, Carlo Calenda, o embaixador Roberto Vellano e o líder da comunidade religiosa de Santo Egídio, Matteo Zuppi, um dos mediadores do acordo de paz assinado entre a Frelimo e a Renamo em 4 de outubro de 1992, em Roma.

Será a primeira vez que Dhlakama irá à capital desde 2009. Ele não é visto em público desde maio. Depois de dois anos de uma guerra de guerrilhas de baixa intensidade, os dois grupos assinaram há pouco novo acordo para cessação das hostilidades e a realização das eleições.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Frelimo e Renamo fazem acordo de paz em Moçambique

A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), que governa o país africano desde sua independência, em 1975, e a oposicionista Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) assinaram um acordo de paz em 24 de agosto de 2014 para cessar as hostilidades.

Havia a expectativa de que o presidente Armando Guebuza e o líder da oposição, Afonso Dhlakama, selassem pessoalmente o pacto em público. Por razões de segurança invocadas por Dhlakama, isso não aconteceu. O acordo foi assinado pelos presidente da Frelimo, José Pacheco, e da Renamo, Saimone Macuiana.

Dhlakama exige garantias para deixar seu refúgio nas montanhas e passar de comandante rebelde a líder da oposição. Na tradição política tribal da África, o chefe é tudo. O líder da oposição tem uma expressão política muito menor.