Uma mulher foi retirada com vida hoje dos escombros do prédio que desabou há dias na periferia de Daca, a capital de Bangladesh, um dos países mais pobres do mundo. Mais de mil pessoas morreram no desmoronamento.
Ela era costureira de uma fábrica de roupas. Estava no segundo andar do edifício Rana Plaza. Conseguiu se alimentar com alimentos secos, mas só lhe restavam duas garrafas d'água.
No prédio, construído sobre solo instável, funcionavam várias fábricas de roupas e tecidos e um centro comercial. Desde então, a indústria têxtil de Bangladesh, a segunda maior do mundo, está sob escrutínio.
Em entrevista à TV americana CNN, a primeira-ministra de Bangladesh admitiu que 90% das construções do país não respeitam o código de obras.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
Dono de prédio que caiu é preso em Bangladesh
O dono do edifício de oito andares que desabou na semana passada na periferia de Daca, a capital de Bangladesh, matando mais de 370 pessoas, foi preso quando tentava fugir para a Índia. Mohammed Sohel Rana é líder da ala jovem da governante Liga Awami.
Hoje um incêndio irrompeu em meio aos escombros, embaixo dos quais se acredita que haja 900 soterrados, interrompendo a operação de resgate. Pelo menos três pessoas sofreram queimaduras, informa a rede árabe de telejornalismo Al Jazira.
A construção de oito andares era irregular, feita sobre terreno instável, sem a devida autorização. Lá, funcionavam uma fábrica de tecidos e um centro comercial. A maioria dos mortos trabalhava na fábrica.
Essa tragédia deflagrou uma onda de protestos de trabalhadores da indústria têxtil de Bangladesh, hoje a segunda maior do mundo, atrás apenas da China. Ontem, houve violentos choques com a polícia.
Hoje um incêndio irrompeu em meio aos escombros, embaixo dos quais se acredita que haja 900 soterrados, interrompendo a operação de resgate. Pelo menos três pessoas sofreram queimaduras, informa a rede árabe de telejornalismo Al Jazira.
A construção de oito andares era irregular, feita sobre terreno instável, sem a devida autorização. Lá, funcionavam uma fábrica de tecidos e um centro comercial. A maioria dos mortos trabalhava na fábrica.
Essa tragédia deflagrou uma onda de protestos de trabalhadores da indústria têxtil de Bangladesh, hoje a segunda maior do mundo, atrás apenas da China. Ontem, houve violentos choques com a polícia.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Prédio que ruiu em Bangladesh era construção irregular
O dono do edifício Rana Plaza, que desabou ontem na periferia de Daca, a capital de Bangladesh, matando pelo menos 237 pessoas, construiu o prédio de oito andares em 2007 sobre terreno instável, sem a devida licença, admitiram funcionários da prefeitura da cidade.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Prédio desaba e mata mais de 160 em Bangladesh
Mais de 160 pessoas morreram hoje no desabamento de um prédio de oito andares em Daca, a capital de Bangladesh, no Sul da Ásia. Outras mil pessoas saíram feridas.
No edifício, funcionavam duas fábricas têxteis, um banco e um supermercado. A polícia acredita que poderia haver 2 mil pessoas nele na hora do acidente. Alguns operários disseram que o prédio tinha uma falha estrutural.
As equipes de resgate estão dando água a pessoas soterradas por entre os escombros. Veja as fotos da agência Reuters.
No edifício, funcionavam duas fábricas têxteis, um banco e um supermercado. A polícia acredita que poderia haver 2 mil pessoas nele na hora do acidente. Alguns operários disseram que o prédio tinha uma falha estrutural.
As equipes de resgate estão dando água a pessoas soterradas por entre os escombros. Veja as fotos da agência Reuters.
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