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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Economia dos EUA recuou no primeiro trimestre de 2015

Sob o impacto do inverno rigoroso, que reduziu a produção e o consumo interno, da alta do dólar, que freou as exportações, e da queda nos preços do petróleo, que reduziu investimentos, a economia dos Estados Unidos encolheu no primeiro trimestre de 2015 num ritmo de 0,7% ao ano, revelou hoje o Departamento do Comércio na sua segunda estimativa. A primeira apontara crescimento de 0,2% ao ano.

A revisão do produto interno bruto ficou acima da expectativa dos economistas, que era de uma queda de 1%. Mostra que a maior economia do mundo permanece vulnerável a choques.

Foi o terceiro trimestre de redução do PIB desde que o país saiu da Grande Recessão, no segundo trimestre de 2009, depois de recuar 5,1% e perder 8,7 milhões de empregos, observou o jornal The Washington Post.

O resultado negativo era esperado na segunda estimativa por causa do aumento do déficit comercial decorrente da alta do dólar. Sem o déficit comercial, a economia americana teria avançado em ritmo de 1,2% de janeiro a março de 2015. Desde 1985, o comércio exterior não pesava tanto negativamente sobre o PIB dos EUA.

Em 2014, o PIB americano caiu em ritmo de 2,4% ao ano no primeiro trimestre, mas se recuperou com 4,6% no segundo e 5% no terceiro. Agora, a expectativa é de cerca de crescimento de 2% de abril a junho deste ano.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Economia dos EUA recuou no primeiro trimestre

Sob o impacto do inverno rigoroso, a economia dos Estados Unidos recuou num ritmo equivalente a uma contração de 1% ao ano, informou hoje o Departamento do Comércio, ao revisar o cálculo do produto interno bruto. O cálculo inicial indicara um avanço de 0,1%.

A maior economia do mundo não encolhia desde o primeiro trimestre de 2011, quando a taxa foi de 1,3% ao ano. A queda mostra que os EUA ainda não se livraram do crescimento medíocre que marca a recuperação econômica da Grande Recessão de 2008-9.

Como foi uma crise financeira profunda, o governo, as empresas e as famílias ainda têm dívidas a saldar. Isso inibe o consumo e o investimento.