Por causa da morte do seu subcomandante, Wali ur Rehman, num ataque de drones dos Estados Unidos, a milícia dos Talebã do Paquistão suspendeu as negociações de paz com o futuro primeiro-ministro Nawaz Sharif.
Um porta-voz de grupo terrorista acusou Sharif e as Forças Armadas do Paquistão de não pressionaram os EUA a parar com os ataques com aviões não tripulados.
Seis comandantes do grupo nomearam Khan Said como substituto de Rehman. A indicação não passou pelo comando central da milícia, criando a possibilidade de divisão.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 31 de maio de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Drone dos EUA mata subchefe dos Talebã do Paquistão
O subcomandante da milícia dos Talebã (Estudantes) do Paquistão, ligada à rede terrorista Al Caeda, Wali ur Rehman, foi morto hoje por um ataque de um avião não tripulado dos Estados Unidos no Waziristão do Norte, confirmaram três oficiais paquistaneses que servem na região. Outras seis pessoas foram mortas e quatro saíram feridas.
Desde o início do primeiro governo Barack Obama, em 2009, os EUA mataram mais de 4 mil pessoas com ataques de drones, principalmente em áreas tribais do Afeganistão e do Paquistão. Diante de críticas de juristas e defensores dos direitos humanos, há duas semanas, o presidente prometeu limitar o uso de drones, que são populares porque não colocam em risco vidas americanas.
Um dia depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, o Conselho de Segurança das Nações Unidas deu um aval para os EUA atacarem os responsáveis pela atrocidade. No discurso recente, Obama afirmou estar na hora de acabar com essa guerra sem fim, que dá poderes de guerra ao presidente permanentemente.
Desde o início do primeiro governo Barack Obama, em 2009, os EUA mataram mais de 4 mil pessoas com ataques de drones, principalmente em áreas tribais do Afeganistão e do Paquistão. Diante de críticas de juristas e defensores dos direitos humanos, há duas semanas, o presidente prometeu limitar o uso de drones, que são populares porque não colocam em risco vidas americanas.
Um dia depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, o Conselho de Segurança das Nações Unidas deu um aval para os EUA atacarem os responsáveis pela atrocidade. No discurso recente, Obama afirmou estar na hora de acabar com essa guerra sem fim, que dá poderes de guerra ao presidente permanentemente.
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