Um acidente causado pela explosão em uma mina de carvão na cidade de Soma, no Oeste da Turquia, no início da tarde de ontem matou pelo menos 274 mineiros, a maioria sufocada pelo gás carbônico.
Pelo menos 120 mineiros continuam presos no interior da mina, admitiu o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, a mais de 2 mil metros de profundidade. O governo está injetando oxigênio para que eles consigam respirar.
A explosão destruiu o sistema elétrico, paralisando os elevadores. Parentes dos mineiros passaram a noite ao redor da mina à espera do resgate, mas foram dispersados pela polícia hoje de manhã sob a alegação de que os protestos dificultam a operação.
Dos 787 mineiros que estavam no local na hora do acidente, 363 foram salvos, informou o ministro das Minas e Energia, Taner Yildiz.
Como os donos da mina são ligados ao Partido da Justiça e do Desenvolvimento, o acidente atinge a popularidade de Erdogan, que pretende lançar nas próximas semanas sua candidatura à Presidência de Turquia na eleição de agosto.
Erdogan enfrentou uma grande onda de protestos contra a destruição de uma área verde no Parque Guézi, em Istambul, a maior cidade turca, iniciada em maio de 2013. A ampla vitória de seu partido, islamita moderado, nas eleições municipais de março de 2014, consolidou sua liderança, com a forte votação no interior neutralizando a rejeição da classe média urbana secularista.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
Mostrando postagens com marcador Mina de carvão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mina de carvão. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 14 de maio de 2014
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Mineiros da Nova Zelândia devem estar mortos
A polícia da Nova Zelândia anunciou agora há pouco que houve uma segunda explosão na mina de carvão Pike River, em Greymouth, na Ilha Sul, e que todos os 29 mineiros que ficaram lá dentro desde um acidente na última sexta-feira devem estar mortos.
É um choque para um país desenvolvido que se orgulha dos seus padrões de segurança.
Os parentes dos mineiros insistiram muito para que equipes de resgate entrassem na mina, mas as autoridades não consideravam seguro por causa da possível existência de gases capazes de causar novas explosões.
É um choque para um país desenvolvido que se orgulha dos seus padrões de segurança.
Os parentes dos mineiros insistiram muito para que equipes de resgate entrassem na mina, mas as autoridades não consideravam seguro por causa da possível existência de gases capazes de causar novas explosões.
sábado, 20 de novembro de 2010
Acidente deixa mineiros presos na Nova Zelândia
Uma explosão em uma mina de carvão da cidade de Greymouth, na Ilha Sul da Nova Zelândia, deixou pelo menos 29 trabalhadores soterrados. Dois conseguiram escapar e foram hospitalizados.
A mina Pike River, uma das maiores da Nova Zelândia, produz coque, o carvão destinado à fabricação de aço. Começou a funcionar no início do ano, depois de problemas técnicos que retardaram sua entrada em operação.
Com a explosão, a eletricidade foi cortada. Não há comunição com os mineiros. Mas as equipes da defesa civil já organizam uma tentativa de resgate.
Numa das poucas minas subterrâneas da Nova Zelândia, os mineiros estão dois quilômetros dentro da montanha Paraoa, num túnel quase vertical. A esperança é que eles tenham oxigênio ou ar suficientes para sobreviver até a chegada do socorro.
Otimista, o prefeito Tonu Kokshoorn lembrou a epopeia dos 33 mineiros que foram presos no fundo de uma mina no Chile, a 620 metros de profundidade, durante 69 dias, e prometeu salvar todos.
O último acidente grave em minas de carvão da Nova Zelândia aconteceu em 1967, quando 19 trabalhadores morreram numa explosão, também na Ilha Sul, região de grande extração de coque.
A mina Pike River, uma das maiores da Nova Zelândia, produz coque, o carvão destinado à fabricação de aço. Começou a funcionar no início do ano, depois de problemas técnicos que retardaram sua entrada em operação.
Com a explosão, a eletricidade foi cortada. Não há comunição com os mineiros. Mas as equipes da defesa civil já organizam uma tentativa de resgate.
Numa das poucas minas subterrâneas da Nova Zelândia, os mineiros estão dois quilômetros dentro da montanha Paraoa, num túnel quase vertical. A esperança é que eles tenham oxigênio ou ar suficientes para sobreviver até a chegada do socorro.
Otimista, o prefeito Tonu Kokshoorn lembrou a epopeia dos 33 mineiros que foram presos no fundo de uma mina no Chile, a 620 metros de profundidade, durante 69 dias, e prometeu salvar todos.
O último acidente grave em minas de carvão da Nova Zelândia aconteceu em 1967, quando 19 trabalhadores morreram numa explosão, também na Ilha Sul, região de grande extração de coque.
sábado, 10 de abril de 2010
Total de mortos em mina dos EUA sobe para 29
Mais quatro corpos foram resgatados de uma mina do estado da Virgínia Ocidental, nos Estados Unidos, onde houve uma explosão há cinco dias.
O total de mortos na mina da empresa Massey Energy subiu para 29, tornando o acidente o pior numa mina de carvão americana desde a morte de 38 mineiros numa mina da empresa Finley Coal em Hyden, no estado do Kentucky.
O total de mortos na mina da empresa Massey Energy subiu para 29, tornando o acidente o pior numa mina de carvão americana desde a morte de 38 mineiros numa mina da empresa Finley Coal em Hyden, no estado do Kentucky.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Acidente em mina mata 25 nos EUA
Pelo menos 25 mineiros morreram em acidente em mina de carvão no estado da Virgínia Ocidental, nos Estados Unidos. Quatro estão desaparecidos.
Foi o pior acidente em minas do país desde 1984.
A explosão aconteceu na segunda-feira na mina da empresa Massey Energy, que fica a 48 quilômetros ao sul de Charleston, a capital do estado. Em um mês, a empresa recebeu 50 reclamarações de falta de segurança, principalmente de problemas de ventilação que permitiram a acumulação de metano, um gás mortal.
Grande sondas estão perfurando a uma profundidade de 335 metros para tentar chegar a uma câmera de seis metros onde as autoridades acreditam que os mineiros desaprecidos possam estar.
As perfurações também ajudam a saída de gases represados na mina, que permitiriam a entrada de equipes de resgate.
Foi o pior acidente em minas do país desde 1984.
A explosão aconteceu na segunda-feira na mina da empresa Massey Energy, que fica a 48 quilômetros ao sul de Charleston, a capital do estado. Em um mês, a empresa recebeu 50 reclamarações de falta de segurança, principalmente de problemas de ventilação que permitiram a acumulação de metano, um gás mortal.
Grande sondas estão perfurando a uma profundidade de 335 metros para tentar chegar a uma câmera de seis metros onde as autoridades acreditam que os mineiros desaprecidos possam estar.
As perfurações também ajudam a saída de gases represados na mina, que permitiriam a entrada de equipes de resgate.
Assinar:
Postagens (Atom)