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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Atividade física intensa reduz mortalidade de mulheres idosas

Mais exercícios físicos e de alta intensidade pode levar a uma grande queda na mortalidade de mulheres idosas, concluiu uma nova pesquisa científica divulgada na revista Circulation da Associação Americana do coração, a sociedade de cardiologia dos Estados Unidos.

Estudos anteriores indicam que pessoas ativas fisicamente tem uma taxa de mortalidade 20% a 30% menor do que pessoas sedentárias. A atividade física suave pode ser benéfica diante de outros problemas de saúde não examinadas na pesquisa.

Esta pesquisa, feita de 2011 a 2015, é a primeira realizada com um equipamento vestível chamado acelerômetro triaxial, capaz de medir os movimentos em três planos: para cima e para baixo, da frente para trás e de lado a lado.

"Usamos dispositivos para medir não apenas das atividades físicas de alta intensidade, mas também de baixa intensidade e o comportamento sedentário, que se tornou de grande interesse nos últimos anos", comentou o médico I Min Lee, principal autor do relatório e professor da medicina e epidemiologia na Faculdade de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos EUA.

Mais de 17,7 mil mulheres com idade média de 72 anos usaram o equipamento durante sete dias enquanto estavam acordadas. Foram analisados os dados de 16.741 participantes que usaram o dispositivo pelo menos dez horas por dia durante pelo menos quatro dias. Dois anos e meio depois, 207 mulheres haviam morrido.

Uma atividade física de moderada a intensa como uma caminhada rápida foi associada a um risco de vida 60% a 70% menor em comparação com mulheres sedentárias.

"Os jovens na faixa dos 20 e 30 anos podem participar de atividades intensas e vigorosas como correr ou jogar basquete. Mas, para pessoas de idade, a atividade intensa e vigorosa pode ser impossível, estamos interessados em estudar os benefícios em potencial associados a atividades físicas leves que a maioria dos idosos possa fazer", acrescentou o professor Lee.

Em 2008, a Associação Americana do Coração recomendou pelo menos duas horas e meia de exercícios moderados ou uma hora e 15 minutos por semana de atividade aeróbica vigorosa e intensa, ou uma combinação dos dois, e trabalho de musculação pelo menos duas vezes por semana.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Obesidade dá tanto risco de câncer quanto fumar

A obesidade provoca um risco de contrair câncer tão grande quanto fumar, adverte hoje o Fundo Mundial de Pesquisas sobre o Câncer, num importante relatório sobre as relações entre a doença e o estilo de vida civilizado.

Outros fatores de risco importantes, além do excesso de gordura, são o consumo de álcool, bebidas açucaradas, lanches rápidos, carne vermelha e carnes processadas, como embutidos e defumados. Ser magro, não tomar bebidas alcoólicas e fazer exercício todos os dias reduzem as chances de pegar a doença, conclui o estudo.

Os homens que bebem mais de duas doses em média por dia e mulheres que bebem mais de uma dose diária em média têm risco de câncer ampliado.

Um índice de massa corporal até 25 é considerado saudável. Acima disso, a pessoa tem excesso de peso. Esse índice é calculado dividindo-se o peso do corpo em quilos pelo quadrado da altura em metros.

Leia mais no site da BBC e confira a íntegra do relatório Alimentação, Nutrição, Avitidade Física e a Prevenção do Câncer.