Graças aos subsídios oferecidos pelo governo Obama, os Estados Unidos retomaram em 2011 a liderança nos investimentos em fontes de energia renováveis, biocombustíveis e eficiência energética que tinham perdido para a China em 2009, conclui pesquisa da empresa Bloomberg New Energy Finance, citada hoje no jornal inglês Financial Times.
Mas podem perder a posição com o fim dos incentivos do programa de estímulo de US$ 787 bilhões aprovado no início de 2009 para combater a pior crise na economia do país desde a Grande Depressão (1929-39).
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Energia limpa deve movimentar US$ 2,4 trilhões
O WWF (Fundo Mundial pela Natureza) prevê que os negócios do setor de energia limpa movimentem US$ 2,4 trilhões em 2020. Será o terceiro maior negócio do mundo, depois de automóveis e produtos eletroeletrônicos.
Pelos cálculas do WWF, o setor de energia limpa, que inclui infraestrutura para captar energia do sol e dos ventos e boicombustíveis, faturou US$ 950 bilhões em 2007, antes do agravamento da crise financeira internacional.
"A economia verde cresceu com o Protocolo de Quioto, que afetava apenas os países ricos", comentou Kim Carstensen, líder da iniciativa para o clima global do WWF. "Imagine o que vai acontecer com o sucesso da Conferência de Copenhague."
A Alemanha, os Estados Unidos e o Japão lideram os negócios do setor, com a China em quarto lugar. A expectativa é que a China entre para valer neste mercado. Já lidera em novos projetos de energia solar.
Pelos cálculas do WWF, o setor de energia limpa, que inclui infraestrutura para captar energia do sol e dos ventos e boicombustíveis, faturou US$ 950 bilhões em 2007, antes do agravamento da crise financeira internacional.
"A economia verde cresceu com o Protocolo de Quioto, que afetava apenas os países ricos", comentou Kim Carstensen, líder da iniciativa para o clima global do WWF. "Imagine o que vai acontecer com o sucesso da Conferência de Copenhague."
A Alemanha, os Estados Unidos e o Japão lideram os negócios do setor, com a China em quarto lugar. A expectativa é que a China entre para valer neste mercado. Já lidera em novos projetos de energia solar.
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