O último dos Kennedy, uma dinastia política nos Estados Unidos, está com um tumor cerebral maligno. Ted Kennedy, senador por Massachusetts, perdeu a chance de disputar a Presidência ao ser responsável pelo acidente em que morreu, em 1969, Mary Jo Kopechne, uma assessora. Ele só se apresentou no dia seguinte.
O presidente John Fitzgerald Kennedy foi assassinado em Dallas, no Texas, em 22 de novembro de 1963. O senador Bob Kennedy, ministro da Justiça do irmão e candidato a presidente em 2008, foi morto em 5 de junho de 1968, quando garantiu a candidatura ao vencer a eleição primária na Califórnia.
Ted Kennedy sobreviveu no Congresso como senador durante todo este tempo como um campeão das causas liberais, da defesa dos direitos humanos, dos direitos dos minorias à cobertura de saúde para toda a população.
É um símbolo de uma dinastia política que aparentemente não deixa herdeiros à altura.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 21 de maio de 2008
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