O deputado Jesse Jackson Jr., filho do principal líder negro dos Estados Unidos até a ascensão do presidente Barack Obama, foi condenado hoje a dois anos e meio de prisão por desviar centenas de milhares de dólares de dinheiro de campanhas eleitorais para financiar uma vida luxuosa, como tantos fazem no Brasil.
Ao receber a sentença, ele reconheceu a culpa e pediu desculpas por "confundir a vida pública com a vida privada", dizendo que "não poderia ter cometido um erro maior". Enquanto isso, ao Sul do Equador, a farra continua.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Ex-deputado confessa uso pessoal de verba de campanha
O ex-deputado federal Jesse Jackson Jr. e sua mulher, Sandra, admitiram hoje num tribunal federal dos Estados Unidos terem usado US$ 750 mil de sua campanha eleitoral em gastos pessoais. Eles podem ser condenados a até 7 anos de prisão e multas de centenas de milhares de dólares.
Entre as despesas indevidas, estão a compra de um relógio Rolex e peles.
Ao chegar hoje ao tribunal, Jackson Jr., filho do reverendo Jesse Jackson, principal líder negro americano antes da ascensão do presidente Barack Obama, declarou estar emocionado e com remorso.
"Por anos, vivi em campanha eleitoral", confessou o ex-deputado, citado pelo jornal The Washington Post. "Usei dinheiro que deveria ser só para a campanha".
Entre as despesas indevidas, estão a compra de um relógio Rolex e peles.
Ao chegar hoje ao tribunal, Jackson Jr., filho do reverendo Jesse Jackson, principal líder negro americano antes da ascensão do presidente Barack Obama, declarou estar emocionado e com remorso.
"Por anos, vivi em campanha eleitoral", confessou o ex-deputado, citado pelo jornal The Washington Post. "Usei dinheiro que deveria ser só para a campanha".
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