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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Brocólis reduzem o risco de câncer de fígado

O consumo de brócolis três a cinco vezes por semana reduz o risco dos cânceres de fígado, próstata, seio e intestino grosso, indica uma nova pesquisa da Faculdade de Ciências Agrícolas, do Consumo e Ambientais da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.

Além de proteger contra o câncer de fígado, a introdução de brócolis na dieta reduz o risco de desenvolver o chamado fígado gordo, com excesso de gordura, capaz de levar ao carcinoma hepatocelular, um câncer do fígado com alta taxa de mortalidade.

"A história da relação entre os brócolis e a saúde é que pode proteger contra diferentes tipos de cânceres. Mas ninguém tinha examinado especificamente o câncer de fígado", observou a professora emérita Elizabeth Jeffrey, coordenadora da pesquisa.

Ela acrescentou: "Decidimos investigar o câncer de fígado por causa da epidemia de obesidade nos EUA. Já existe literatura dizendo que a obesidade aumenta o risco de câncer de figado, especialmente nos homens. O risco aumento cinco vezes se forem obesos."

A maioria da população americana tem uma dieta com muita gordura saturada e açúcar adicionado. Isso contribui para a acumulação de gordura no fígado. O outro fator importante é o consumo de bebidas alcoólicas. Os brócolis impedem ou reduzem essa acumulação de gordura.

Na experiência com cobaias, o número de nódulos de câncer diminuiu quando a dieta passou a incluir brócolis. "Isto era o que queríamos demonstrar", declarou a professora Jeffrey. "Mas acima disso queríamos observar a saúde do fígado. Há duas maneiras de ficar com fígado gordo: com uma dieta com muita gordura saturada e açúcar, e bebendo muito álcool."

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Idosos dormem melhor quando têm contato com a natureza

NOVA YORK - As pessoas com 65 anos ou mais têm um sono melhor quando têm contato com a natureza, seja uma área verde de um parque ou uma praia com vista para o mar, concluiu uma pesquisa da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, a ser publicada na edição de setembro da revista acadêmica Preventive Medicine.

"É difícil superestimar a importância de um sono de alta qualidade", declarou a professora Diana Grigsby-Toussaint, da Divisão de Ciências Nutricionais. "O sono inadequado é associado ao declínio da saúde física e mental, redução das funções cognitivas e aumento da obesidade. Este novo estudo mostra que a exposição ao ambiente natural ajuda a dormir bem."

Na pesquisa desenvolvida em conjunto com a Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York, a equipe usou os dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Comportamento de Risco do Centro de Controle de Doenças dos EUA, onde havia dados sobre 255.171 adultos.

A maioria das pessoas admitiu dormir mal menos de uma semana por mês. "É interessante notar", acrescentou a pesquisa, "que as pessoas que relataram de 2 a 29 dias de sono insuficiente tinha menos acesso a áreas verdes e à natureza do que os que relataram menos de uma semana de problemas."

Grigsby-Toussaint observou que "as pessoas que moram perto de ambientes naturais costumam fazer mais exercícios físicos. Isso contribui para um sono melhor. Melhora a qualidade do sono e da vida."