Três dias depois de ser esfaqueda por um judeu ortodoxo durante a Parada do Orgulho Gay em Jerusalém, Shira Banki, de 16 anos, morreu na tarde deste domingo, noticiou o jornal liberal israelense Haaretz. Outras cinco pessoas saíram feridas do ataque.
A polícia identificou o suspeito como Yishai Schlissel, que havia atacado a parada gay em 2005 e foi solto recentemente, depois de passar dez anos na cadeia.
Shira era uma estudante secundarista. Participava da parada gay em apoio a amigos gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. Tanto o primeiro-ministro linha-dura Benjamin Netanyahu quanto o líder da oposição, Isaac Herzog, condenaram o ataque.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 2 de agosto de 2015
domingo, 10 de outubro de 2010
Parada gay termina com violência na Sérvia
Manifestantes de extrema direita enfrentam a polícia em protesto contra a realização da Parada do Orgulho Gay em Belgrado.
Pelo menos 120 pessoas saíram feridas e mais de cem foram presas.
sábado, 9 de outubro de 2010
Manifestantes protestam contra parada gay na Sérvia
Cerca de 2 mil pessoas se concentraram hoje diante da Faculdade de Filosofia da Universidade de Belgrado para exigir o cancelamento da Parada do Orgulho Gay marcada para amanhã na capital da Sérvia.
Um dos líderes da manifestação alegou que todas as religiões e a tradição sérvia rejeitam o homossexualismo. Para Rajko Djakovic, um senhor ouvido pela Reuters TV, "é irônico que a parada seja chamada do orgulho gay porque ser gay é uma humilhação".
Os manifestantes provocaram a polícia, gritando: "Vocês batem nas pessoas por salários mirrados e estão protegendo criminosos".
Um dos líderes da manifestação alegou que todas as religiões e a tradição sérvia rejeitam o homossexualismo. Para Rajko Djakovic, um senhor ouvido pela Reuters TV, "é irônico que a parada seja chamada do orgulho gay porque ser gay é uma humilhação".
Os manifestantes provocaram a polícia, gritando: "Vocês batem nas pessoas por salários mirrados e estão protegendo criminosos".
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