O segundo mineiro a sair do fundo do poço, Mario Sepúlveda, chegou sorridente e brincalhão, puxando o coro "Chi-chi-chi le-le-le!", o grito de guerra das torcidas do Chile.
Mais parecia o fim de um dia de trabalho normal no fundo da mina. Sepúlveda, um eletricista e líder sindical que desconfiava da segurança na mina, era o mais extrovertido, uma espécie de porta-voz do grupo de mineiros enterrados vivos na mina de Copiapó, no Deserto de Atacama.
Saiu como se nada demais tivesse acontecido.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
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